Cães e gatos também doam sangue

26 jan

Assim como os humanos, cães e gatos podem precisar de transfusões de sangue. Para suprir o estoque dos hemocentros veterinários da cidade, paulistanos submetem seus pets a uma nobre tarefa: doar sangue.

“Antigamente, quando um cão precisava de uma transfusão, pedíamos para o proprietário trazer um outro cachorro de porte grande para a doação. Mas hoje em dia, o nosso trabalho é semelhante ao de um banco de sangue humano”, afirma Márcio Moreira, veterinário responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da Faculdade Anhembi Morumbi. Felizmente, avanços da medicina veterinária permitem que atualmente o sangue de cães e gato seja armazenado por até 40 dias.

Além disso, é possível transformar uma bolsa de sangue doado em em três: uma de plaquetas, uma de hemácias e uma de plasma. Enquanto o plasma pode ter validade de um ano, se congelado a -20 °C, as plaquetas são usadas apenas nos 5 dias que seguem a sua coleta. “Por isso, precisamos de ajuda na divulgação da importância da doação de sangue”, diz Márcio.

Existem muitas vantagens em tornar o seu pet um doador. Pra começar, ele salvará vidas de outros animais com doenças infecciosas, inflamatórias, que passam por tratamento oncológico ou sofreram acidentes. “O animal doador não recebe dinheiro pela doação, mas passa por um check-up gratuito, o que ajuda a prevenir doenças”, afirma Márcio. Caso precise de serviços hospitalares futuros, o cão ou gato também ganha descontos no hospital.

O procedimento para doar é simples: o animal é levado ao hospital e coleta uma pequena amostra de sangue, que passará por 15 exames laboratoriais. Constatada a saúde do peludo, o pet é cadastrado como doador, e pode fazer esse ato nobre a cada 40 dias. Hoje existem cerca de 300 animais cadastrados, e 80 são doadores frequentes.

Durante a coleta, os gatos são sedados, para a sua comodidade (e a segurança dos veterinários, que não levarão unhadas!) Já os cães permanecem acordados, e têm uma veia da pata ou do pescoço pinçada. A doação leva apenas de 10 a 15 minutos.

“É muito difícil um animal passar mal, porque diferente de nós, eles não têm o medo psicológico da agulha”, diz Márcio. Como a equipe faz carinho no cão durante todo o processo, e eles ainda ganham recompensas como petiscos no final, existem cachorros que quando chegam no hemocentro, pulam direto na mesa de doação. Será que o seu cão será desse tipo de doador empolgado? Confira se ele se encaixa nos pré-requisitos, e faça um teste!

Para doar sangue, o animal precisa:
– Ter entre 1 e 8 anos de idade
– Pesar mais de 25 quilos (no caso dos cães) ou mais de 4 quilos (para os gatos)
– Estar com as vacinas e vermifugação em dia, assim como o controle de pulgas e carrapatos
– Ser dócil
– Não estar prenhe
– Não apresentar problemas de saúde

Para o seu pet doar sangue, entre em contato com:

Banco de sangue HOVET – Universidade Anhembi Morumbi
Rua Cons. Lafaiete, nº 64 – Brás Tel.: (11) 2790-4693

Depois de doar, entre no site : http://colunas.epocasp.globo.com/farejadorbichos/, eles publicarão a sua foto e do seu cão!

17:24, 19 de janeiro de 2011 – Por Flora

Assim como os humanos, cães e gatos podem precisar de transfusões de sangue. Para suprir o estoque dos hemocentros veterinários da cidade, paulistanos submetem seus pets a uma nobre tarefa: doar sangue.

“Antigamente, quando um cão precisava de uma transfusão, pedíamos para o proprietário trazer um outro cachorro de porte grande para a doação. Mas hoje em dia, o nosso trabalho é semelhante ao de um banco de sangue humano”, afirma Márcio Moreira, veterinário responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da Faculdade Anhembi Morumbi. Felizmente, avanços da medicina veterinária permitem que atualmente o sangue de cães e gato seja armazenado por até 40 dias.

Além disso, é possível transformar uma bolsa de sangue doado em em três: uma de plaquetas, uma de hemácias e uma de plasma. Enquanto o plasma pode ter validade de um ano, se congelado a -20 °C, as plaquetas são usadas apenas nos 5 dias que seguem a sua coleta. “Por isso, precisamos de ajuda na divulgação da importância da doação de sangue”, diz Márcio.

Existem muitas vantagens em tornar o seu pet um doador. Pra começar, ele salvará vidas de outros animais com doenças infecciosas, inflamatórias, que passam por tratamento oncológico ou sofreram acidentes. “O animal doador não recebe dinheiro pela doação, mas passa por um check-up gratuito, o que ajuda a prevenir doenças”, afirma Márcio. Caso precise de serviços hospitalares futuros, o cão ou gato também ganha descontos no hospital.

O procedimento para doar é simples: o animal é levado ao hospital e coleta uma pequena amostra de sangue, que passará por 15 exames laboratoriais. Constatada a saúde do peludo, o pet é cadastrado como doador, e pode fazer esse ato nobre a cada 40 dias. Hoje existem cerca de 300 animais cadastrados, e 80 são doadores frequentes.

Durante a coleta, os gatos são sedados, para a sua comodidade (e a segurança dos veterinários, que não levarão unhadas!) Já os cães permanecem acordados, e têm uma veia da pata ou do pescoço pinçada. A doação leva apenas de 10 a 15 minutos.

“É muito difícil um animal passar mal, porque diferente de nós, eles não têm o medo psicológico da agulha”, diz Márcio. Como a equipe faz carinho no cão durante todo o processo, e eles ainda ganham recompensas como petiscos no final, existem cachorros que quando chegam no hemocentro, pulam direto na mesa de doação. Será que o seu cão será desse tipo de doador empolgado? Confira se ele se encaixa nos pré-requisitos, e faça um teste!

Para doar sangue, o animal precisa:
– Ter entre 1 e 8 anos de idade
– Pesar mais de 25 quilos (no caso dos cães) ou mais de 4 quilos (para os gatos)
– Estar com as vacinas e vermifugação em dia, assim como o controle de pulgas e carrapatos
– Ser dócil
– Não estar prenhe
– Não apresentar problemas de saúde

Para o seu pet doar sangue, entre em contato com:

Banco de sangue HOVET – Universidade Anhembi Morumbi
Rua Cons. Lafaiete, nº 64 – Brás Tel.: (11) 2790-4693Assim como os humanos, cães e gatos podem precisar de transfusões de sangue. Para suprir o estoque dos hemocentros veterinários da cidade, paulistanos submetem seus pets a uma nobre tarefa: doar sangue.

“Antigamente, quando um cão precisava de uma transfusão, pedíamos para o proprietário trazer um outro cachorro de porte grande para a doação. Mas hoje em dia, o nosso trabalho é semelhante ao de um banco de sangue humano”, afirma Márcio Moreira, veterinário responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da Faculdade Anhembi Morumbi. Felizmente, avanços da medicina veterinária permitem que atualmente o sangue de cães e gato seja armazenado por até 40 dias.

Além disso, é possível transformar uma bolsa de sangue doado em em três: uma de plaquetas, uma de hemácias e uma de plasma. Enquanto o plasma pode ter validade de um ano, se congelado a -20 °C, as plaquetas são usadas apenas nos 5 dias que seguem a sua coleta. “Por isso, precisamos de ajuda na divulgação da importância da doação de sangue”, diz Márcio.

Existem muitas vantagens em tornar o seu pet um doador. Pra começar, ele salvará vidas de outros animais com doenças infecciosas, inflamatórias, que passam por tratamento oncológico ou sofreram acidentes. “O animal doador não recebe dinheiro pela doação, mas passa por um check-up gratuito, o que ajuda a prevenir doenças”, afirma Márcio. Caso precise de serviços hospitalares futuros, o cão ou gato também ganha descontos no hospital.

O procedimento para doar é simples: o animal é levado ao hospital e coleta uma pequena amostra de sangue, que passará por 15 exames laboratoriais. Constatada a saúde do peludo, o pet é cadastrado como doador, e pode fazer esse ato nobre a cada 40 dias. Hoje existem cerca de 300 animais cadastrados, e 80 são doadores frequentes.

Durante a coleta, os gatos são sedados, para a sua comodidade (e a segurança dos veterinários, que não levarão unhadas!) Já os cães permanecem acordados, e têm uma veia da pata ou do pescoço pinçada. A doação leva apenas de 10 a 15 minutos.

“É muito difícil um animal passar mal, porque diferente de nós, eles não têm o medo psicológico da agulha”, diz Márcio. Como a equipe faz carinho no cão durante todo o processo, e eles ainda ganham recompensas como petiscos no final, existem cachorros que quando chegam no hemocentro, pulam direto na mesa de doação. Será que o seu cão será desse tipo de doador empolgado? Confira se ele se encaixa nos pré-requisitos, e faça um teste!

Para doar sangue, o animal precisa:
– Ter entre 1 e 8 anos de idade
– Pesar mais de 25 quilos (no caso dos cães) ou mais de 4 quilos (para os gatos)
– Estar com as vacinas e vermifugação em dia, assim como o controle de pulgas e carrapatos
– Ser dócil
– Não estar prenhe
– Não apresentar problemas de saúde

Para o seu pet doar sangue, entre em contato com:

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