Mês de Aniversário Empório Mima Pet

10 out

 

 Pessoal, não percam tempo! Durante todo o mês de outubro, compre com 20% de desconto em qualquer produto da loja! Nós resolvemos presentear todos os nossos amigos no mês de nosso aniversário! Quer presente melhor que esse?!?! Então corra!!!!

Lambidas e até a próxima!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Consultas ao veterinário!

9 set

Boa Tarde Pet Lovers!

Hoje o assunto será exclusivamente sobre veterinários. Isso mesmo. Um post dedicado 100% as pessoas mais sensíveis e treinadas para cuidar da saúde do nosso amiguinho. Seja ele gato, ou cachorro ou qualquer outra animalzinho.

Como nossa série de dicas é sobre os gatos, vamos dar o foco para estes animais. Mas a grande maioria das dicas serve para qualquer outro bichinho que precise de cuidados.

Escolher um veterinário para o seu gato é como escolher um médico para você. Você quer alguém com uma boa conduta profissional em quem possa confiar e que lhe seja simpático. Se você tiver necessidades especiais, você também quer um médico que entenda e se lembre dessas necessidades.

Se esta é a primeira vez que você tem um gato, mudou-se recentemente para uma nova região ou precisa encontrar um novo veterinário, pode tentar as “Clínicas veterinárias” nas páginas amarelas. Todos os veterinários freqüentam a faculdade durante o mesmo número de anos que os médicos e têm que cumprir rígidos padrões para o licenciamento. Por isso, é provável que você encontre um profissional competente dessa maneira. Mas o relacionamento entre você, o seu animal de estimação e o veterinário vai durar muitos anos, e se você se preocupou em encontrar o gato certo, faz sentido procurar o veterinário certo. Essa pode ser a vantagem que os moradores das regiões urbanas têm sobre aqueles que moram na zona rural. Uma cidade pequena talvez tenha só um veterinário, ao passo que uma cidade grande tem dezenas a pequena distância um do outro.

Além das páginas amarelas, eis algumas outras referências para encontrar um bom veterinário:

Pegue indicações de outros “donos de gatos”. Amigos, familiares e vizinhos que têm gatos também costumam ter veterinários. Tire vantagem da experiência deles e peça-lhes indicações de profissionais.

A internet também é uma fonte rica de informação. Lá você encontra muita informação sobre clínicas, contato e etc.

Depois de conseguir informações sobre um veterinário, telefone, apresente-se e veja quando você pode lhe fazer uma visita para ver as instalações da clínica e conhecer os médicos. Faça uma visita rápida, mas completa. Seja minucioso, mas não fique decepcionado se o veterinário e o pessoal da clínica não puderem passar muito tempo com você – eles administram um hospital e têm que cuidar dos pacientes. Se você tem muitas perguntas a fazer e precisa da atenção total do veterinário, a coisa mais educada a fazer é marcar uma consulta – e pagar por ela.

Se você vai à clínica para conhecer o local e o veterinário, eis alguns itens a serem considerados:

– Antes de falar com o veterinário, determine o que você quer e necessita em um veterinário e no hospital veterinário. Se essas necessidades e desejos englobam preços razoáveis, os equipamentos e técnicas médicas mais recentes, ou a conduta do veterinário, definir as suas prioridades com antecedência ajudará a criar um relacionamento melhor entre veterinário e cliente.

– Pergunte o horário de funcionamento da clínica, a disponibilidade de atendimento fora do horário de funcionamento e a existência ou não de atendimento emergencial 24 horas.

– Informe-se sobre os tipos de serviços oferecidos, desde exames clínicos de rotina até cirurgias e acomodações para internação, além de verificar os valores cobrados pelo hospital para cada serviço.

– Veja se você se sente à vontade com o pessoal que trabalha na clínica também. Funcionários agradáveis e atenciosos lhe dão a certeza de que o seu animal de estimação terá o melhor tratamento possível.

Os gatos vivem, em média, 12 a 15 anos, mas hoje é comum que cheguem a viver mais de 20. No entanto, isso não costuma acontecer sem consultas regulares ao veterinário.

Ser dono de um animal de estimação engloba alguns desafios no que diz respeito a mantê-lo saudável. O mais importante é que o seu gato não fala. Ele não pode lhe dizer quando não está se sentindo bem, se tem opressão no peito, sente ferroadas na caixa de areia ou está com a visão embaçada. Visto que todos esses sinais são importantes alertas precoces de problemas mais graves, seria bom se houvesse um modo de detectá-los.

Embora o veterinário não possa fazer o seu gato falar, ele pode perceber muitos desses alertas precoces de outro modo – alertas que podem detectar problemas antes que eles se compliquem. Mas isso só acontece se você levar o gato para exames regulares.

À medida que os gatos envelhecem, é provável que o veterinário terá mais trabalho durante os exames de rotina. Por exemplo, será preciso colher amostras de sangue (e provavelmente de urina e de fezes, também) para verificar a saúde dos órgãos internos. Além disso, o veterinário pode nos manter informados sobre as necessidades nutricionais mutáveis do gato agora mais velho e cuidar de coisas como a placa bacteriana, a perda de dentes e a doença gengival.

Bem, aqui foram algumas dicas sobre como escolher um veterinário para seu amiguinho. E deixamos aqui os Parabéns e uma homenagem para esta classe trabalhadora, que nos é muito importante! Sem eles, como cuidaríamos da saúde de nossos bichanos?

Lambidas e até a próxima

Dicas para deixar sua casa super segura para seu gatinho!

6 set

Boa Tarde Pessoal!

Como nós teremos um feriado lindo amanhã, resolvemos antecipar o nosso post para hoje!

Falando em gatinhos ainda, vamos dar algumas dicas de como manter sua casa o mais segura para seu animalzinho de estimação. Da mesma forma que precisamos deixar a casa sempre afastada de perigos por causa das crianças, precisamos fazer o mesmo para os bichinhos. Vamos aos cuidados:

Cortinas, venezianas e cabos elétricos: para os olhos do gato, a ponta solta de uma cortina ou cordão de veneziana é um convite à brincadeira, e possivelmente ao desastre. Até mesmo o simples rastejar entre as cortinas ou venezianas e a janela pode deixar o bichano em maus lençóis. Gatos que ficam presos em cordões e fios entram em pânico. No mínimo, as venezianas ou o trilho das cortinas cairão ao chão. Na pior das hipóteses, o gato pode asfixiar, sofrer danos internos fatais ou ficar tão excitado que seu coração falha. Para segurança máxima, amarre ou prenda todos os cordões das cortinas, deixando-os longe do alcance dos felinos.

Fios elétricos e telefônicos representam riscos do animal ficar enroscados, mas costumam ser mais perigosos se o bichano mastigá-los. Talvez seja o sabor ou a textura do revestimento plástico, mas por algum motivo, muitos gatos não resistem à tentação de morde-los. Não há muito perigo direto em morder fios telefônicos, porque há pouquíssima corrente passando por eles. Onde for possível, passe os fios sob tapetes e carpetes ou atrás de móveis que ficam no mesmo plano do piso e da parede. Ou compre canaletas de plástico. Para um investimento maior, compre tiras de vinil resistente que, além de proteger os cabos elétricos, também conseguem mantê-los no nível do piso e impedem que animais e pessoas tropecem neles.

Produtos de limpeza e outros tóxicos: podem representar um perigo para os animais de estimação. Desinfetantes à base de pinho e aqueles que contêm fenol são muito tóxicos para gatos e não devem ser usados em tigelas de alimentos ou nas áreas ocupadas pelos animais de estimação, local de dormir ou caixas de areia. Obviamente, qualquer produto de limpeza pode ser tóxico se ingerido. Por isso, mantenha tudo bem trancado em um armário.

Em geral, tudo que for tóxico para nós será tóxico para o gato também. A regra prática é: se você mantém o produto longe do alcance de crianças, mantenha-o longe do alcance do gato.

Plantas venenosas: Tecnicamente, qualquer planta que causa náusea no gato quando ele a ingere é “venenosa” . Porém, algumas plantas têm graves efeitos. A lista de plantas potencialmente venenosas inclui: abricó (damasco), azálea, botão-de-ouro, caladium, copo-de-leite, mamona, cereja (galhos, folhas, tronco, frutos e caroços), crisântemo, açafrão, narciso (bulbos), loureiro (frutos), azevinho, hortênsia, lírio (folhas, raiz e partes suculentas), hera, lírio-do-vale (folhas, flores, raiz), erva-de-passarinho (sobretudo os frutos), cogumelos, narciso (bulbos), carvalho (bolotas, brotos novos e folhas), espirradeira, pêssego (caroço), filodendro, hera venenosa, batatas (“olhos” e brotos que deles se originam; a parte comestível da batata é segura), alfena, jequiriti (sementes pretas e vermelhas brilhantes),estrela-de-belém (bulbo), Senecio rowleyanus, Rhus diversiloba e ervilha-de-cheiro (semente e vagem).

Janelas, sacadas e telas: Toda janela que você pretende abrir precisa ter uma tela. E não basta ser qualquer tela. Uma tela segura para gatos tem que se encaixar perfeitamente na esquadria da janela e permanecer no lugar se receber o impacto de um gato de cinco quilos ou mais. Ao encomendar ou substituir as telas, use um tipo resistente, porque as telas comuns rasgam-se facilmente com as garras ou os dentes de animais. Mesmo uma queda de janelas no segundo ou terceiro andar pode causar lesões graves ou a morte. Por isso, inspecione todas as telas regularmente, sobretudo no final do inverno, em regiões frias do país. As telas podem se deformar, rasgar ou ceder no inverno. Alguns donos de gatos que moram na cidade acham que deixar o bichano na sacada do apartamento é um modo seguro de ele receber ar fresco e luz do sol. Na verdade, um grande número de gatos com “síndrome de prédios altos” estavam espreitando mariposas, pássaros ou outras coisas irresistíveis em uma sacada, quando um ataque mal cronometrado ou um passo em falso os arremessou sobre a grade de proteção. Nem mesmo uma correia ou corda em uma sacada aberta pode garantir a segurança dos gatos. Um gato em pânico preso pela coleira ou correia pode acabar estrangulado, gravemente ferido ou se soltar e cair.

Bem pessoal, esperamos que vocês tenham um excelente feriado amanhã! Aproveitem o descanso!!!

Lambidas e até a próxima!

 

 

Cuidados ao dar banho no seu gatinho

5 set

Bom dia Pessoal!

Como estão nesta segunda-feira linda? Conseguiram descansar um pouco no final de semana?

Bem, já que estávamos falando sobre os cuidados com a beleza dos gatos, hoje a dica vai para o banho deles!  De modo geral não é necessário banhar o gato, visto que eles conseguem se manter limpos. Às vezes, no entanto, um banho é necessário para tratar ou controlar pulgas, limpar um felino aventureiro, tratar um problema dermatológico ou retirar algo perigoso do pelo do gato. Os inexperientes e indecisos devem deixar que um veterinário ou outro profissional qualificado cuide desses banhos obrigatórios. Para quem quiser tentar em casa, eis alguns ensinamentos básicos sobre o banho.

Pré-banho: separe os produtos necessários com antecedência. Você precisa de um bom shampoo para animais de estimação; uma toalha grande e macia; escova e pente; e um chuveirinho ou um recipiente de plástico para molhar e enxaguar o bichano. É melhor pentear o pelo do gato antes do banho, se possível, sobretudo se ele tiver pelos longos. Se você sabe como fazê-lo, é hora de cortar as unhas do gato (observação: você pode proteger os olhos do gato durante o banho com uma pomada oftálmica neutra indicada pelo veterinário).

Prepare o local do banho: use uma pia grande com uma torneira móvel ou a banheira. Encha a pia antes de colocar o gato dentro e veja se a água não está quente ou fria demais. Uma temperatura confortável para as mãos funciona bem para o gato. Você vai se molhar, ficar coberto com espuma de sabão e é provável que um gato irritado e ensaboado pule em você. Por isso, vista roupas adequadas, que possam molhar e protegê-lo de arranhões.

Dicas para antes do banho: dar banho em gatos costuma ser um trabalho para duas pessoas, uma para segurar o animal e outra para banhá-lo, mas você pode tentar sozinho. De qualquer modo, treine as técnicas de contenção do animal em terra firme antes. Com a mão, segure o gato com firmeza, mas cuidadosamente, na nuca, pressionando de leve para baixo. Veja se você consegue alcançar as diversas partes do corpo do gato com a outra mão. Calcule quando e como você terá de mudar de mão para segurar o gato durante o banho. Planeje o banho passo-a-passo antes que o gato entre na pia ou na banheira; caso contrário, ele conseguirá fugir se você hesitar ou ficar confuso.

Hora do Banho: molhe o gato da cabeça até o rabo. Aplique o shampoo do mesmo modo, faça espuma e enxágue bem. É importante enxaguar bem. Os resíduos de sabão podem irritar a pele do gato ou serem engolidos quando o animal lamber o pelo. O enxágüe também elimina pulgas e outros parasitas imobilizados, mas não mortos, pelo banho.

Pós banho: delicadamente, esprema o excesso de água de pelo, enrole-o em uma toalha grande e macia e enxugue-o. Se o gato deixar, você pode desembaraçar o pelo, se necessário. Caso contrário, espere até que ele esteja seco e calmo. Se você tiver sorte, o gato pode tolerar o som e a sensação de um secador de cabelo. No entanto, não conte com isso,muitos gatos ficam aterrorizados com o aparelho. Isso não é algo para descobrirmos depois do banho. Veja como o gato reage ao secador de cabelo em um dia que ele não tomar banho. Se ele ficar morto de medo, use só a toalha. Talvez, aos poucos, você consiga que ele se acostume ao som e à sensação do aparelho.

Aguardem nosso próximo post sobre gatos!

Lambidas e até a próxima

Cuide bem do pelo do seu gatinho!

2 set

Bom dia amigos!

Véspera de final de semana! Eba ! Adoramos!

Hoje vamos dar dicas sobre como manter o pelo do seu gato sempre muito bem cuidado.  Os gatinhos costumam cuidar de si mesmos muito bem, sempre lambendo o pêlo para mantê-lo limpo e no lugar certo.Mas qualquer gato pode passar de fofinho a sujinho sem a ajuda dos amigos humanos.

Todos sabem que quanto mais pelo houver para cuidar, mais  trabalhoso será. Quanto mais fofo for o pelo do gato, maior a  probabilidade de ele embaraçar. Esses emaranhados espessos de pelo  podem ser doloridos e até ferir a pele do gato se o nó for muito grande.  O pelo embaraçado é constrangedor para o gato também, porque a  única maneira de se livrar do problema é raspá-lo. Nada parece mais  desconfortável do que um gato raspado.

Não que gatos de pelo curto não precisem de cuidados regulares, nem  que nunca embaraçam. A questão é que o mais curto e mais grosso  requer menos manutenção do que o longo e sedoso. Um gato de pelo  curto atento à própria rotina de cuidados com a aparência pode  compensar um dono que seja um pouco preguiçoso quando o assunto é  escova e pente. Mas os cuidados regulares com a aparência ainda são  essenciais tanto para os de pelo longo quanto os curtos. Toda vez que o bichano está ocupado com a rotina de banho contorcionista, ele engole pelos. Quanto mais pelo ele tem (e quanto mais o animal cuida de si mesmo), mais pelo ele engole. O animal não faz digestão dos pelos e eles podem acumular-se no estômago e nos intestinos do gato e formar bolas de pelos. Seu efeito colateral menos perigoso, mas mesmo assim desagradável, é o gato expeli-los ao tossir. Uma observação mais séria, contudo, é que a grande quantidade de pelo engolido pode, na verdade, obstruir o intestino do gato, sendo necessária uma operação para salvar a vida dele. A questão principal é investir alguns reais em uma escova e pente – e usá-los.

Visto que gatos de pelo longo precisam de cuidados regulares (sendo a melhor opção os cuidados diários), talvez seja melhor analisar o seu orçamento. Mesmo se você tiver condições financeiras para levar o gato de pêlos longos toda semana ao profissional especializado, ainda precisará das ferramentas necessárias em casa e é bom saber como usá-las. Nunca se sabe quando o gato poderá se envolver com alguma coisa que acabará presa ao pelo ou quando ele precisará de um retoque entre as visitas ao profissional especializado.

As principais vantagens desse profissional são o treinamento, a aptidão e a experiência. Um bom profissional pode fazer o pelo do seu gato parecer vistoso com rapidez e eficiência – e trauma mínimo. Pelos embaraçados e nós podem ser resolvidos em casa, mas se você nunca lidou com isso antes, corre o risco de ferir o gatorios. Provavelmente, é melhor deixar esses problemas com o pelo para os profissionais.

Mesmo quem aprende a usar uma escova macia e um pente de metal com destreza e habilidade procura um profissional especializado de vez em quando. Pode ser um nó ou emaranhado, durante um período de queda particularmente intensa de pelos ou apenas o tratamento todo para que o bichano fique com boa aparência.

Dicas para você cuidar do seu gatinho em casa

Todo dono de gato precisa de alguns itens para cuidar da aparência do animal. Um pente de metal é a ferramenta mais essencial para cuidar do pelo dos gatos. Pentes resistentes de aço inoxidável com dentes largos e redondos são fáceis de encontrar e têm preço razoável. Uma escova adequada tem cerdas semelhantes a dezenas de minúsculos pregos dobrados. Elas se parecem com as asperezas na língua do gato e têm o mesmo objetivo no cuidado com o pelo. A maioria dos gatos gosta da sensação da escova e do pente de metal – a menos, é claro, que haja pelos embaraçados.

Você talvez queira também investir em um pente para tirar pulgas, sobretudo se o seu gato costuma ir às ruas. Esses pentes são parecidos aos de metal, mas têm dentes finíssimos e bem próximos um do outro. Eles podem ser usados para os cuidados regulares com o pêlo, como “retoque” depois da escova ou do pente de metal. Há luvas especiais que você pode usar, que cobrem toda a mão e lhe permitem trabalhar em uma superfície maior enquanto cuida do bichano.

Dicas para cuidar da aparência do gato em casa

Transforme o momento em pura diversão – a maioria dos gatos adora ser acariciada e gosta da sensação de cuidados leves com o pelo. É um ótimo comportamento social – gatos que se dão bem uns com os outros ficam cuidando do pelo alheio por longos períodos de tempo. Quando for hora de cuidar da aparência do bichano, aproxime-se dele calmamente, e intercale as escovadelas no pelo com carinhos regulares.

Cautela – é bom limitar os movimentos do gato (com cuidado) desde que ele não comece a entrar em pânico, mas lembre-se de se proteger também. Não tente forçar o gato a sentar-se imóvel ou ficar em posição desconfortável por muito tempo. E tome cuidado para não exagerar na intensidade das escovadas. Pense que você não gosta que puxem seu cabelo, então imagine a sensação de puxarem seu cabelo em todo o corpo.

Saiba a hora de parar – talvez não seja possível cuidar do pelo todo do gato em apenas uma sessão. Isso é normal. Se você cuidar do dorso e da cauda e, depois, ele começar a se irritar, desista e tente terminar um ou dois dias depois. É melhor ter meia dúzia de sessões de cinco minutos na semana e um gato contente do que uma batalha de 25 minutos e um gato que corre e se esconde ao ver a escova.

Procure ajuda profissional – se o pelo do gato estiver embaraçado ou com nós – ou se alguma coisa desagradável prendeu-se ao pelo – entre em contato com o veterinário ou outro profissional especializado. Se o gato não cooperar com os cuidados feitos em casa, marque um horário com um profissional. Aproveite a visita, peça algumas dicas e uma demonstração de técnicas básicas. Esses profissionais gostam de ensinar aos clientes; não há nada mais irritante para eles do que ter de raspar o pelo do animal constantemente ou lidar com nós e pelo embaraçado. O gato sofre e há maior probabilidade de o profissional sofrer arranhões ou mordidas.

Bem pessoal, semana que vem damos continuidade a sessão de dicas e cuidados com nossos bichanos!

Lambidas e até a próxima!

 

Alimentos caseiros x industrializados

31 ago

Bom dia Pet Lovers!

Já estamos no meio da semana, e aqui em São Paulo o tempo deu uma bela mudada! Um frio e uma chuva!!!!! Volta calor!!!!

Dando continuidade ao assunto alimentação para gatos, hoje vamos comentar as diferenças entre ração industrializada e comida caseira.

Na comida caseira é você quem decide o que seu gatinho vai comer.  Porém, a menos que você seja nutricionista, cabe aos especialistas preparar a principal porção da dieta do seu gatinho. É complicado saber as quantidades certas e balancear os alimentos. A maioria dos alimentos pode ser agrupada em uma ou mais de três categorias de nutrição: proteínas, gorduras e carboidratos. Os animais precisam de porções distintas de proteínas, gorduras e carboidratos na dieta. Além disso, essas necessidades mudam no decorrer da vida do animal. O filhote tem necessidades nutricionais distintas do gato adulto, e ambos têm necessidades distintas de um gato velho. A maioria dos fabricantes de alimentos para animais de estimação têm fórmulas especiais para os vários níveis de atividade e faixas etárias e há uma linha completa de dietas de prescrição para gatos com diversos problemas de saúde.

Todos nós já vimos um gato vir correndo ao som de um abridor de lata. Mas será que os alimentos enlatados para gatos são melhores do que alimentos secos? Não necessariamente. Cada tipo de alimento tem vantagens e desvantagens. O fator mais importante é se o alimento atende às necessidades nutricionais de seu gato. Obviamente, o seu orçamento e a preferência do bichano também influenciam no tipo de alimento escolhido. Os alimentos industrializados para gatos apresentam-se em três formas gerais:

– Alimentos secos são a famosa ração, que são grãos crocantes de alimentos. Alimentos secos para animais de estimação podem ser armazenados por muito tempo, não têm cheiro e os pacotes podem ser mantidos à temperatura ambiente durante várias semanas sem estragar. São convenientes, econômicos e mantêm a qualidade o dia todo e ajudam a prevenir a formação da placa bacteriana nos dentes.

– Alimentos enlatados ou “úmidos”  têm uma vida  razoavelmente longa se a embalagem não for violada. Entretanto, depois de aberta a lata, o alimento não dura muito tempo. Alimentos úmidos para gatos têm um odor pungente e costumam ser difíceis de manusear. Se você dá esse tipo de alimento ao seu gato, o que sobrar deve ser jogado no lixo depois de 15 a 20 minutos, pois é um meio de cultura para bactérias que podem deixar o gato doente. Sobras de latas recém-abertas podem ser refrigeradas em recipientes hermeticamente fechados durante um ou dois dias, no máximo.

– Alimentos semi-úmidos também consistem em grãos, mas não são crocantes como os alimentos secos – eles costumam ser embalados em latas ou em sacos de alumínio com capacidade para uma refeição e são altamente industrializados. Alguns desses alimentos têm formas interessantes e cores distintas. Esses alimentos embalados em recipientes que podem ser fechados novamente costumam manter a qualidade à temperatura ambiente. Os semi-úmidos combinam a praticidade dos secos com o paladar dos enlatados, mas podem conter grande teor de corantes e substâncias artificiais.

Dar ao gato alimentos industrializados garante o consumo dos nutrientes necessários. Ao mesmo tempo, um complemento feito em casa para a dieta regular do gato é positivo se você escolher alimentos adequados para o animal. Não há nada errado em querer tirar o máximo proveito de um frango e cozinhar a moela para o gato, a menos que isso se torne a parte principal da dieta do bichano. Os miúdos (rins, moela e até mesmo fígado) são bons para o gato se consumidos com moderação, mas estão vinculados a problemas de saúde se o animal consumi-los em grande quantidade. Do mesmo modo, todo gato na face da Terra adora leite e queijo, mas a maioria tem dificuldade em digeri-los.

Consumidores atentos lêem rótulos – e esse é um bom lugar para começar a descobrir o que o seu gato come quando você compra alimentos próprios para o bichano.

Muitos donos de animais de estimação comparam as informações sobre nutrição de diversas marcas e percebem que uma marca de menor preço tem os mesmo nutrientes que uma marca de preço elevado. O que isso significa é que esses dois alimentos são iguais no laboratório. Por exemplo, couro velho para sapatos pode ter o mesmo teor de proteínas que peito de frango magro. Mas é claro que você e o gato preferem o frango. Portanto, o que precisamos saber é como os diversos nutrientes atuam no gato.

A questão mais relevante não é a quantidade de um determinado nutriente existente em uma lata de ração para gatos, mas quanto o sistema digestivo do animal pode assimilar. Alimentos de baixo custo costumam ser feitos de ingredientes de baixo custo, que talvez o seu gato não digere muito bem. Só porque o gato engole tudo de uma vez e mia pedindo mais não quer dizer que o alimento seja bom para ele (pense em crianças e alimentos saborosos com baixo valor nutritivo).

A moral da história é que alimentos especiais e de marca para animais de estimação são fabricados por empresas que fazem muitas pesquisas sobre a nutrição desses animais. Essas empresas estão sempre melhorando os alimentos para ficarem em dia com as informações mais recentes, e elas usam ingredientes de alta qualidade com nutrientes que os gatos podem aproveitar. Esses produtos podem custar um pouco mais, mas valem a pena.

Próximo post vamos falar sobre outros tipos de cuidados com esses felinos, tais como higiene e aparência!

Lambidas e até a próxima!

Como alimentar seu gatinho?

29 ago

Bom dia Pet Lovers!

De volta ao trabalho depois de um lindo final de semana, hoje as dicas vão para os donos de gatinhos que querem o bem estar de seus amiguinhos. Saiba como alimentar direitinho seu felino nas dicas abaixo.

A exemplo dos alimentos humanos, há algumas guloseimas felinas que são boas para os gatos e outras coisas que não passam de alimentos calóricos, sem valor nutritivo. Um item da lista dos alimentos não muito saudáveis consumido de vez em quando não causa nenhum dano permanente, mas não permita que isso se torne parte da alimentação regular do animal.

Se seu gatinho lhe traz presentes como camundongos ou pássaros mortos ou se ele brinca com um pedaço de gaze, ele está expressando um impulso natural e forte de perseguir e matar a presa. Se você duvida que o seu gato é um carnívoro (e predador) nato, basta dar uma boa olhada nos dentes do bichinho na próxima vez que ele bocejar. As presas não são para comer brotos de alfafa. A verdade é que o gato é carnívoro, ele não sobrevive como vegetariano. Há certos nutrientes encontrados apenas em proteínas animais e o seu gato precisa delas. Um desses nutrientes é um aminoácido chamado taurina. Sem taurina, os gatos ficam cegos e acabam com o coração aumentado, que provavelmente os matará antes da hora. E também os gatos precisam de uma fonte diária de vitamina A e um ácido graxo chamado ácido araquidônico, encontrado apenas em tecido animal. É por isso que nunca devemos dar aos gatos ração para cães. A ração para cães não tem a quantidade suficiente dos nutrientes certos para gatos. Por quilo, pode ser menos oneroso dar ração de cães aos gatos, mas isso custaria a saúde do animal, a visão ou, até mesmo, a vida.

Certamente, isso não significa que você deve dar ao seu gato carne crua ou deixá-lo dependente da caça como única fonte de alimento. Além disso, gatos que caçam ou comem carne crua ou mal cozida podem contrair várias doenças – até mesmo algumas que podem ser transmitidas ao homem.

Comendo Plantas

Muitos donos de gatos consideram o fato deles ingerirem plantas como um problema de comportamento – e será se o animal ingerir plantas que não queremos. Algumas pessoas acham que o gato que ingere plantas não está consumindo os tipos certos de alimentos. Elas têm razão – mas apenas no sentido de que o que o gato mais precisa em sua alimentação é de…plantas.

Os especialistas têm alguns comentários a fazer sobre o motivo dos gatos comerem plantas. Pode ser para obter alguns nutrientes essenciais, para ajudar a digestão ou como emético para expelir pela boca pêlos ou outros itens não alimentícios ingeridos pelo animal. Não importa o motivo, ingerir vegetação é um comportamento instintivo em gatos; não é possível impedi-lo. Por isso, a melhor coisa a fazer é aprender a conviver com esse comportamento.

Plante um “jardim felino” – podemos encontrar kits semiprontos em pet shops ( Você encontra este kit no Empório Mima Pet. Clique aqui). Ou você mesmo pode criá-lo. Não importa o que você faça, plante o jardim do gato em um recipiente que não vire nem se mova com facilidade. Tudo que você precisa é apenas quatro ou cinco polegadas de terra vegetal e algumas sementes. Boas opções são grama ou Nepeta cataria (popularmente conhecida como erva-de-gato ou maconha de gato). Talvez seja bom deixar o jardim longe dos gatos enquanto a “plantação” estiver crescendo, mas assim que os brotos alcançarem alguns centímetros de altura, deixe que os bichanos comam as plantas à vontade.

Deixe as suas plantas decorativas longe do alcance dos gatos – os gatos têm habilidade incrível para escalar e saltar. Por isso, colocar as plantas em prateleiras ou suportes provavelmente não resolverá muito. Parapeitos de janelas são locais fáceis para acrobatas felinos aterrissarem. Pendure plantas no teto, coloque-as atrás de barreiras à prova de gatos (em um jardim de inverno fechado com portas de vidro, por exemplo) ou em localizações que o gato não possa alcançar mesmo se saltar, escalar ou rastejar.

Proteja as suas plantas – se não for possível tirá-las do alcance do gato, tente criar um escudo protetor ao redor delas. Colocar tela, identificadores de plantas ou mesmo naftalina no solo ao redor da planta pode protegê-la de patas curiosas, mas essas barreiras não têm uma aparência muito agradável.

Petiscos para o gato e “comida de gente”

É difícil resistir à tentação de dar ao bichano uma guloseima vez ou outra, e não há problema nenhum em ceder a essa tentação, desde que haja um período de tempo suficientemente longo entre uma vez ou outra. Essa freqüência depende do gato e do tipo de guloseima que você lhe dá. Se o gato ingere a quantidade recomendada de ração de qualidade diariamente e não está acima do peso, então você provavelmente não lhe dá guloseimas em excesso. Se, por outro lado, o gato come alimentos saborosos, mas não muito nutritivos e está mais gordo ou recusa o jantar, é hora de mudar a estratégia.

Guloseimas industrializadas para gatos costumam não ter grande valor nutritivo. Seu principal objetivo é o mesmo das guloseimas para o homem: ser saborosas – muito saborosas – e mais nada. Guloseimas para gatos classificadas como “gourmet” costumam ter menos corantes e substâncias artificiais, mas mesmo assim não devem ser dadas ao bichano como parte regular de sua dieta. A vantagem das guloseimas “gourmet” é o custo: elas têm preço tão elevado que os donos de gatos não exageram na quantidade dada aos bichanos!

Uma pergunta feita aos veterinários o tempo todo é: “Posso dar comida de gente ao meu gato?” Há muito pouco do cardápio que as pessoas comem que os gatos não deveriam comer (ou não comem); portanto, isso não é realmente um problema (os donos de gatos devem tomar cuidado ao alimentá-los com laticínios. Embora os gatos adorem os derivados do leite, muitos não digerem muito bem e ficam nauseados). Mais uma vez, a questão é o equilíbrio nutricional. A exemplo do que acontece com a comida feita em casa, alimentar o gato com sobras de refeições ou usá-las para lanches não dá ao animal a quantidade certa dos nutrientes.

Porém, comida de gente pode ser um dos lanches mais saudáveis para gatos. Se você der ao bichano ovos mexidos ou um pouco de macarrão, ao menos você sabe o que esses alimentos contêm. E você ficará surpreso com o que o gato come. Os donos de gatos contam que seu animal de estimação pede petiscos previsíveis como peixe e frango, bem como imprevisíveis, entre os quais tomates e melão.

Água, água e água!

O gato precisa de cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal diariamente. Esse volume não parece grande, mas está correto: um gato de porte médio precisa de dois litros de água toda semana.

Obviamente, os gatos obtêm a água necessária bebendo-a. Mas há outra fonte de água importante para os bichanos: o alimento que eles consomem. Quanto mais água houver nos alimentos dos gatos, menos ele precisa beber. Comida enlatada para gatos é mais cara porque você compra água junto com o alimento (até 75% da ração úmida é composta por água) e paga mais pela embalagem. A ração seca tem muito menos água (talvez 10% do peso), o que significa que o gato cuja dieta consiste em apenas ração seca tem que beber muito mais água.


A desidratação (quantidade insuficiente de água no organismo) é um problema grave para qualquer ser vivo, e os gatos são particularmente propensos a ela. O gato pode passar dias sem alimentação, perder até 40% do peso corporal e ainda assim sobreviver. Mas uma perda de água corporal de apenas 10 a 15% pode matá-lo. Outros líquidos – por exemplo, o leite, se não provocar náusea no bichano – são ótima fonte de água, mas nada é melhor do que a própria água. Verifique se o gato tem bastante água limpa e fresca disponível o tempo todo. Você encontra diversos tipos de bebedouros para gatos no Empório Mima Pet. Clique aqui para vê-los.

No próximo post vamos continuar falando sobre a alimentação dos nossos felinos!

Lambidas e até a próxima

 

 

A escolha entre um gato que vive dentro de casa e um que vive solto!

26 ago

Bom dia Pessoal!

Sexta-feira linda chegou! Que gostoso! Vamos aproveitar bastante o final de semana hein gente!

Vamos voltar ao nosso tópico sobre gatos?!?! Então vamos lá. Hoje vamos dar algumas dicas no sentido de optar pelo melhor gatinho, os que gostam de viver soltos, ou os que vivem “presos”, ou seja, são os gatos que não precisam ir para a rua.

Diferente dos cachorros, os gatos não tem a necessidade de ir para a rua. Eles são “caçadores de emboscada”. Costumam correr muito por períodos relativamente curtos. Um corredor de comprimento razoável dá espaço suficiente para isso. Esse comportamento combinado ao instinto de enterrar as fezes (é por isso que os gatos se acostumam a usar uma caixa de areia) contribuem para que não haja motivo suficiente para levar o gato à rua.

O ar fresco e luz do sol são bons para todos, tanto para pessoas quanto para os animais. Mas será que a vida ao ar livre realmente é mais “natural” para o seu gato? Depois que os gatos foram domesticados, eles deixaram de ser totalmente “naturais”; depois de retirados de seu habitat original, eles tiveram que se esforçar para adaptar os instintos apurados durante dezenas de milhares de anos vivendo em desertos às novas circunstâncias. Eles nunca conseguiram se adaptar a algumas dessas circunstâncias.

O que espera por seu gato do lado de fora da sua casa? Árvores, grama e todas as paisagens, sons, aromas e alegrias da natureza – coisas boas para todos nós aproveitarmos. Mas também há animais perigosos, pessoas cruéis, tráfego, doenças e autoridades do controle de zoonoses (que poderão estar em seu direito legal de apanhar e prender o seu gato se ele estiver fora de casa). O único modo confiável de manter o seu gato protegido de todos esses riscos fatais é mantê-lo dentro de casa.


Uma série de doenças felinas graves e fatais dissemina-se apenas com o contato com gatos infectados – ou com regiões onde há gatos infectados. O vírus da imunodeficiência felina (FIV), que causa uma perturbação no sistema imunológico do gato, é transmitido, sobretudo, por mordidas de gatos infectados. E o vírus da leucemia felina (FeLV) geralmente requer contato direto prolongado com um gato infectado, por exemplo, o compartilhamento de caixas de areia ou de vasilhas de água e de alimentos, além do fato de que um animal acaba lambendo o outro, uma limpeza mútua. Muitas vezes, os riscos de doença são pequenos ou desprezíveis para gatos presos, significativamente maiores para gatos soltos ou gatos que vivem presos e soltos. Donos de gatos – sobretudo aqueles que têm filhos pequenos – devem saber que gatos que vão às ruas têm maior probabilidade de contrair doenças e parasitas que podem contaminar o homem, desde probleminhas como pulgas até doenças mais graves como a doença de Lyme, transmitida pelo carrapato e a perigosíssima raiva.

Só porque é mais seguro para o seu gato viver dentro de casa e não vagar pelas ruas, isso não significa que ele nunca poderá ver a luz do dia, exceto pela janela. Uma correia (sem coleira) é um modo razoavelmente seguro para você e para o gato saírem e tomar ar fresco e um pouco de sol. Mas alguns gatos nunca vão se acostumar a saírem presos a uma correia. A experiência regular desde a fase de filhote ajuda, e alguns gatos treinados até mesmo pedem para sair. Obviamente, mesmo com a correia, o gato corre o risco de pegar pulgas – e de encontrar gatos e cães soltos na vizinhança.

Gatos soltos entram em brigas barulhentas com outros gatos à noite, comem ou arrancam as plantas dos vizinhos, matam pássaros (mas também podem ajudar a controlar a população de roedores da região), e enterram seus dejetos nos jardins alheios. Embora algumas pessoas – e alguns donos de gatos – considerem esses problemas insignificantes, muitas outras os consideram gravíssimos. Se o seu gato entrar em uma briga, as conseqüências serão piores do que o fato de acordar os vizinhos com os miados e berros. Os arranhões superficiais na face ou no dorso do animal não são tão problemáticos. Mas ele também pode ter ferimentos provocados por mordidas que se fecham rapidamente, com sujeira e germes em seu interior, e que criam um abcesso doloroso vários dias depois. As mordidas durante as brigas também são a forma principal de disseminação do vírus da imunodeficiência felina. Gatos não esterilizados que vagueiam pelas ruas também contribuem para o aumento da população felina, um problema que lota os abrigos e resulta em milhões de animais “sacrificados” anualmente.

Bem gente, acho que já deu para ter uma noção do que pode e do que não pode acontecer com um gatinho que vive solto, certo?

Próximo post falaremos sobre a alimentação correta para esses felinos tão lindos!

Lambidas e até a próxima

 

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24 ago

Boa Tarde Pessoal !!

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Como escolher um gato

22 ago

Bom dia Pet Lovers!

Como foram de final de semana? Começando a segunda-feira com um super frio é desanimador né?? Mas vamos que vamos!! Temos que trabalhar né!

Bem, os últimos posts foram dedicados exclusivamente aos cachorrinhos. Como não poderia ser diferente, agora vamos nos dedicar um pouco aos gatinhos! Serão uma sequencia de dicas sobre os felinos mais lindos que existem! Na nossa opinião, é claro! rsrsrs

Vamos lá então, certamente você já ouviu dizer que os gatos têm sete vidas. Isso talvez seja verdade, mas uma coisa é certa: o seu gato pode ter uma vida longa e saudável se receber os cuidados adequados e muito carinho. Muitas coisas precisam ser levadas em conta quando se cuida de gatos, e vamos comentar todas elas nas próximas sessões.

Antes de ter um gato, descubra que tipo você deseja: gato adulto ou filhote; pêlo curto ou longo; de raça ou vira-lata; macho ou fêmea; gato malhado, pintado, ou de uma cor só.

Se você morre de amores por um determinado tamanho, idade, sexo, raça ou aparência de gato, faça mais pesquisas antes de começar a procura. Você pode se surpreender ao constatar que o tipo que você adora não se adapta ao seu estilo de vida. Por exemplo, se você gosta de sossego em casa, um siamês não é o mais indicado. Todos sabem que eles são “faladores”. Do mesmo modo, um gato persa é belíssimo, mas a menos que você se comprometa a cuidar de sua aparência diariamente (ou a pagar um profissional especializado toda semana), um belo gato de pêlo curto seria mais aconselhável. Você viaja muito? Então, você precisa de um gato mais adulto – no mínimo com oito meses de idade. Dois gatos são ainda melhor porque podem fazer companhia um ao outro enquanto você estiver fora.

Filhote ou Adulto?

Todo mundo adora filhotes. Eles são engraçadinhos, divertidos, fofinhos e carinhosos – não resta a menor dúvida. Mas não cometa o erro de pensar que eles são “bebês”. Quando o filhote está pronto para se afastar da mãe e viver em outra casa, ele pode caminhar, correr, saltar e escalar como o felino equivalente a uma criança de 10 anos. Além disso, se você pegar um filhote hoje, em apenas alguns meses você terá um gato adulto – um animal que viverá em média 12 a 15 anos.

Se você tiver tempo, espaço e energia para criar um filhote, não pense duas vezes – é uma experiência maravilhosa. Mas lembre-se que os filhotes são caros e exigem muita atenção. Precisam de cuidados veterinários rotineiros, doses de reforço das vacinas e esterilização. A maioria dos filhotes é passiva e carinhosa nos primeiros dias de vida, mas precisam de socialização e treinamento para continuarem assim; e mesmo com isso, não saberemos como será sua personalidade adulta até eles crescerem.

Por fim, bebês e filhotes de gato não combinam muito bem. É bom imaginar que um bebê de 1 ano e um gatinho de dez semanas possam “crescer juntos”, mas não é exatamente assim que acontece. Em seis meses, essa pequena bola de pêlo que seu filho pode carregar terá se transformado em um gato adulto com mais de 5kg e o seu bebê de 3 anos terá três anos e meio.

Escolher o gato certo

Como escolher o gato certo? Será que ele é saudável? E os problemas ocultos de saúde ou de comportamento? O que acontece com o gato se as coisas não derem certo em sua casa?

Ter um gato não é como comprar um cortador de grama ou um secador de cabelo; gatos não vêm com certificado de garantia. Cada um é diferente, o que significa que cada gato traz problemas e alegrias singulares. Mesmo assim, referências sobre gatos devem ajudá-lo a tomar uma decisão. Embora as referências não possam prometer que o gato nunca ficará doente, elas podem tomar medidas para dar ao gato as melhores chances possíveis de manter a saúde. Entre as boas referências para encontrar o gato certo para você estão:

Amigos e vizinhos – é bem provável que alguém que você conhece tem um gato ou filhotes que precisam de um lar. Muitas vezes, pegar o gato do vizinho ou amigo é a melhor solução para todos, sobretudo se for um filhote da ninhada da gata do vizinho ou o animal de estimação da família de um amigo alérgico. O seu relacionamento pessoal com a referência geralmente significa que você saberá tudo sobre o gato. Dois ou três alertas sobre aceitar o gato de um amigo ou vizinho: ele não recebe os mesmos cuidados veterinários de um gato de rua ou de um doméstico. Além disso, lembre-se do velho ditado: “amigos, amigos, negócios à parte”.

Gatos de rua – às vezes, você nem precisa preocupar-se em encontrar o gato certo, porque ele vem ao seu encontro. Muitas pessoas juram que esses são os melhores gatos que se pode ter. Não há taxas nem entrevistas de adoção quando você pega um gato de rua, e é bem provável que você esteja salvando uma vida. Por outro lado, você terá que cobrir o custo de vacinas, vermífugos, esterilização e outros procedimentos. Muitos gatos de rua têm outros problemas de saúde que talvez não apareçam logo no início e seu tratamento pode ficar oneroso. Às vezes, sociedades locais de proteção aos animais ajudam com o tratamento veterinário inicial ou um hospital veterinário regional pode oferecer valores reduzidos para tratar gatos abandonados, mas não conte com isso.

Abrigos para animais – todo ano, milhões de gatos sem lar acabam sendo sacrificados. Adotar gatos de abrigos abre espaço para outros gatos e é um modo menos oneroso de se conseguir um animal de estimação esterilizado e vacinado. Prepare-se para passar por questionários e entrevistas, sendo que algumas delas são bastante pessoais e indiscretas. Não pense que o problema é você – eles têm bons motivos para agir assim. Além disso, verifique as instalações do abrigo e as condições físicas dos animais disponíveis para adoção. Visto que eles vivem juntos uns com os outros, doenças, vermes e pulgas podem ser um problema.

Criadores – se deseja um gato de raça, esse é o caminho a seguir. Os bons criadores sabem muito sobre gatos e sobre a raça que eles criam em especial. Além disso, não vendem os gatos para qualquer pessoa. Tome cuidado com “pechinchas” de gatos de raça e “criadores de fundo de quintal” (pessoas que criam animais apenas visando o lucro). Um criador honesto está interessado em manter animais de alta qualidade, informações minuciosas e produzir só uma ou duas ninhadas por fêmea fértil ao ano. Peça informações sobre criadores nas associações nacionais de criadores.

Próximo post vem como novas dicas! Aguarde!

Lambidas e até a próxima!

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