Arquivo | janeiro, 2011

Cães e gatos também doam sangue

26 jan

Assim como os humanos, cães e gatos podem precisar de transfusões de sangue. Para suprir o estoque dos hemocentros veterinários da cidade, paulistanos submetem seus pets a uma nobre tarefa: doar sangue.

“Antigamente, quando um cão precisava de uma transfusão, pedíamos para o proprietário trazer um outro cachorro de porte grande para a doação. Mas hoje em dia, o nosso trabalho é semelhante ao de um banco de sangue humano”, afirma Márcio Moreira, veterinário responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da Faculdade Anhembi Morumbi. Felizmente, avanços da medicina veterinária permitem que atualmente o sangue de cães e gato seja armazenado por até 40 dias.

Além disso, é possível transformar uma bolsa de sangue doado em em três: uma de plaquetas, uma de hemácias e uma de plasma. Enquanto o plasma pode ter validade de um ano, se congelado a -20 °C, as plaquetas são usadas apenas nos 5 dias que seguem a sua coleta. “Por isso, precisamos de ajuda na divulgação da importância da doação de sangue”, diz Márcio.

Existem muitas vantagens em tornar o seu pet um doador. Pra começar, ele salvará vidas de outros animais com doenças infecciosas, inflamatórias, que passam por tratamento oncológico ou sofreram acidentes. “O animal doador não recebe dinheiro pela doação, mas passa por um check-up gratuito, o que ajuda a prevenir doenças”, afirma Márcio. Caso precise de serviços hospitalares futuros, o cão ou gato também ganha descontos no hospital.

O procedimento para doar é simples: o animal é levado ao hospital e coleta uma pequena amostra de sangue, que passará por 15 exames laboratoriais. Constatada a saúde do peludo, o pet é cadastrado como doador, e pode fazer esse ato nobre a cada 40 dias. Hoje existem cerca de 300 animais cadastrados, e 80 são doadores frequentes.

Durante a coleta, os gatos são sedados, para a sua comodidade (e a segurança dos veterinários, que não levarão unhadas!) Já os cães permanecem acordados, e têm uma veia da pata ou do pescoço pinçada. A doação leva apenas de 10 a 15 minutos.

“É muito difícil um animal passar mal, porque diferente de nós, eles não têm o medo psicológico da agulha”, diz Márcio. Como a equipe faz carinho no cão durante todo o processo, e eles ainda ganham recompensas como petiscos no final, existem cachorros que quando chegam no hemocentro, pulam direto na mesa de doação. Será que o seu cão será desse tipo de doador empolgado? Confira se ele se encaixa nos pré-requisitos, e faça um teste!

Para doar sangue, o animal precisa:
– Ter entre 1 e 8 anos de idade
– Pesar mais de 25 quilos (no caso dos cães) ou mais de 4 quilos (para os gatos)
– Estar com as vacinas e vermifugação em dia, assim como o controle de pulgas e carrapatos
– Ser dócil
– Não estar prenhe
– Não apresentar problemas de saúde

Para o seu pet doar sangue, entre em contato com:

Banco de sangue HOVET – Universidade Anhembi Morumbi
Rua Cons. Lafaiete, nº 64 – Brás Tel.: (11) 2790-4693

Depois de doar, entre no site : http://colunas.epocasp.globo.com/farejadorbichos/, eles publicarão a sua foto e do seu cão!

17:24, 19 de janeiro de 2011 – Por Flora

Assim como os humanos, cães e gatos podem precisar de transfusões de sangue. Para suprir o estoque dos hemocentros veterinários da cidade, paulistanos submetem seus pets a uma nobre tarefa: doar sangue.

“Antigamente, quando um cão precisava de uma transfusão, pedíamos para o proprietário trazer um outro cachorro de porte grande para a doação. Mas hoje em dia, o nosso trabalho é semelhante ao de um banco de sangue humano”, afirma Márcio Moreira, veterinário responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da Faculdade Anhembi Morumbi. Felizmente, avanços da medicina veterinária permitem que atualmente o sangue de cães e gato seja armazenado por até 40 dias.

Além disso, é possível transformar uma bolsa de sangue doado em em três: uma de plaquetas, uma de hemácias e uma de plasma. Enquanto o plasma pode ter validade de um ano, se congelado a -20 °C, as plaquetas são usadas apenas nos 5 dias que seguem a sua coleta. “Por isso, precisamos de ajuda na divulgação da importância da doação de sangue”, diz Márcio.

Existem muitas vantagens em tornar o seu pet um doador. Pra começar, ele salvará vidas de outros animais com doenças infecciosas, inflamatórias, que passam por tratamento oncológico ou sofreram acidentes. “O animal doador não recebe dinheiro pela doação, mas passa por um check-up gratuito, o que ajuda a prevenir doenças”, afirma Márcio. Caso precise de serviços hospitalares futuros, o cão ou gato também ganha descontos no hospital.

O procedimento para doar é simples: o animal é levado ao hospital e coleta uma pequena amostra de sangue, que passará por 15 exames laboratoriais. Constatada a saúde do peludo, o pet é cadastrado como doador, e pode fazer esse ato nobre a cada 40 dias. Hoje existem cerca de 300 animais cadastrados, e 80 são doadores frequentes.

Durante a coleta, os gatos são sedados, para a sua comodidade (e a segurança dos veterinários, que não levarão unhadas!) Já os cães permanecem acordados, e têm uma veia da pata ou do pescoço pinçada. A doação leva apenas de 10 a 15 minutos.

“É muito difícil um animal passar mal, porque diferente de nós, eles não têm o medo psicológico da agulha”, diz Márcio. Como a equipe faz carinho no cão durante todo o processo, e eles ainda ganham recompensas como petiscos no final, existem cachorros que quando chegam no hemocentro, pulam direto na mesa de doação. Será que o seu cão será desse tipo de doador empolgado? Confira se ele se encaixa nos pré-requisitos, e faça um teste!

Para doar sangue, o animal precisa:
– Ter entre 1 e 8 anos de idade
– Pesar mais de 25 quilos (no caso dos cães) ou mais de 4 quilos (para os gatos)
– Estar com as vacinas e vermifugação em dia, assim como o controle de pulgas e carrapatos
– Ser dócil
– Não estar prenhe
– Não apresentar problemas de saúde

Para o seu pet doar sangue, entre em contato com:

Banco de sangue HOVET – Universidade Anhembi Morumbi
Rua Cons. Lafaiete, nº 64 – Brás Tel.: (11) 2790-4693Assim como os humanos, cães e gatos podem precisar de transfusões de sangue. Para suprir o estoque dos hemocentros veterinários da cidade, paulistanos submetem seus pets a uma nobre tarefa: doar sangue.

“Antigamente, quando um cão precisava de uma transfusão, pedíamos para o proprietário trazer um outro cachorro de porte grande para a doação. Mas hoje em dia, o nosso trabalho é semelhante ao de um banco de sangue humano”, afirma Márcio Moreira, veterinário responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da Faculdade Anhembi Morumbi. Felizmente, avanços da medicina veterinária permitem que atualmente o sangue de cães e gato seja armazenado por até 40 dias.

Além disso, é possível transformar uma bolsa de sangue doado em em três: uma de plaquetas, uma de hemácias e uma de plasma. Enquanto o plasma pode ter validade de um ano, se congelado a -20 °C, as plaquetas são usadas apenas nos 5 dias que seguem a sua coleta. “Por isso, precisamos de ajuda na divulgação da importância da doação de sangue”, diz Márcio.

Existem muitas vantagens em tornar o seu pet um doador. Pra começar, ele salvará vidas de outros animais com doenças infecciosas, inflamatórias, que passam por tratamento oncológico ou sofreram acidentes. “O animal doador não recebe dinheiro pela doação, mas passa por um check-up gratuito, o que ajuda a prevenir doenças”, afirma Márcio. Caso precise de serviços hospitalares futuros, o cão ou gato também ganha descontos no hospital.

O procedimento para doar é simples: o animal é levado ao hospital e coleta uma pequena amostra de sangue, que passará por 15 exames laboratoriais. Constatada a saúde do peludo, o pet é cadastrado como doador, e pode fazer esse ato nobre a cada 40 dias. Hoje existem cerca de 300 animais cadastrados, e 80 são doadores frequentes.

Durante a coleta, os gatos são sedados, para a sua comodidade (e a segurança dos veterinários, que não levarão unhadas!) Já os cães permanecem acordados, e têm uma veia da pata ou do pescoço pinçada. A doação leva apenas de 10 a 15 minutos.

“É muito difícil um animal passar mal, porque diferente de nós, eles não têm o medo psicológico da agulha”, diz Márcio. Como a equipe faz carinho no cão durante todo o processo, e eles ainda ganham recompensas como petiscos no final, existem cachorros que quando chegam no hemocentro, pulam direto na mesa de doação. Será que o seu cão será desse tipo de doador empolgado? Confira se ele se encaixa nos pré-requisitos, e faça um teste!

Para doar sangue, o animal precisa:
– Ter entre 1 e 8 anos de idade
– Pesar mais de 25 quilos (no caso dos cães) ou mais de 4 quilos (para os gatos)
– Estar com as vacinas e vermifugação em dia, assim como o controle de pulgas e carrapatos
– Ser dócil
– Não estar prenhe
– Não apresentar problemas de saúde

Para o seu pet doar sangue, entre em contato com:

Banco de sangue HOVET – Universidade Anhembi Morumbi
Rua Cons. Lafaiete, nº 64 – Brás Tel.: (11) 2790-4693

Previna as doenças que atacam os animais no verão

12 jan

É importante abordar outro problema causado pelo verão: as infestações de pestes como pulgas e carrapatos. As altas temperaturas propiciam a proliferação das pulgas, pois os ovos eclodem com o calor. Já os carrapatos têm o ciclo de vida alterado, e precisam de mais alimentos – no caso, o seu pet!

Não só esses problemas incomodam o animal e podem atacar também os humanos (eca!), mas as pestes ainda apresentam o risco de levar aos pets alergias e doenças sérias, como a dirofilariose, parasita do coração, e a leishmaniose.

Outro mal trazido pelo calor, e que atinge sobretudo animais que viajam para sítios e fazendas, é a picada das moscas. Elas depositam ovos, que podem virar bernes ou bicheira no pet.

“Existem produtos especializados para a prevenção de pulgas se carrapatos. Recomendo ou uma pipeta que você passa na nuca do animal, ou um spray que você borrifa no corpo inteiro para afastar as pragas”, conta Fernanda Inarra, da Clínica Veterinária Salvador Felis. “Para as moscas, temos repelentes de citronela. Passando mensalmente em todos os animais da casa você consegue um controle bacana”, afirma Fernanda.

No caso dos cães já infectados, é preciso levá-los ao veterinário imediatamente, onde será feita a remoção das pragas, e o médico pedirá exames para ver se o animal possui alguma doença.

Site: http://colunas.epocasp.globo.com/farejadorbichos/

Como escolher um filhote de gato?

12 jan
 

Escolher um filhote de gato não é uma tarefa fácil.

Devemos observar não só a beleza do gatinho, mas também a saúde física e, principalmente, a comportamental desse filhote.

O comportamento dos pais não pode deixar de ser observado, pois a personalidade do gato será determinada geneticamente, ou seja, “tal pai, tal filho”. Parte da personalidade deste gatinho será determinada também pelas experiências que ele teve ainda cedo com seus irmãozinhos, adquirindo as essenciais lições futuras.

É muito importante para o filhote que ele tenha tido um contato físico, principalmente através de lambidelas, dadas pela sua mãe, porque assim ele aprende a ser tocado. Devemos observar também a atitude que o gatinho tem frente às pessoas, isto é, se ele permite ser manipulado, se tolera carinhos vindo de pessoas.

O mais importante não é “como” escolher o filhote, mas “quando” devemos escolhê-lo, porque o gato pode ter um período de socialização, no qual ele estaria se sensibilizando e reconhecendo os

elementos que lhe serão para sempre amigáveis.

Esses itens funcionam muito mais como dicas, já que cada gato é um indivíduo único. Além disso, muitas vezes nos deparamos com um gatinho órfão, e, nesse caso, o mais importante é tratá-lo com muito amor e carinho.

Reportagem retirada da revista: Pulo do Gato

Acariciar animais de estimação ajuda a proteger o corpo contra gripes e resfriados

10 jan

Estudos recentes apontaram que ter um animal em casa ajuda o organismo a melhorar o sistema imunológico. Acarinhá-lo durante 18 minutos pode fazer muito bem ao dono do pet. O carinho provoca aumento de imuglobina, anticorpos naturais do organismo contra gripes e resfriados.

Os cientistas chegaram à conclusão de que um simples toque de um alguém querido no ombro traz um benefício semelhante à saúde.

De acordo com pesquisadores, a alegria e o riso provocam a liberação de substâncias químicas no cérebro que melhoram a função imunológica, protegendo o corpo dos micróbios invasores.

O banho de sol por 20 a 30 minutos ao dia, antes das 10h da manhã e depois das 15h, também ajuda o sistema imunológico. Os raios solares estimulam a imunidade da pele e inibem a ação das bactérias. Incluir sopas nutritivas no cardápio também contribui para afastar as bactérias do corpo.

Fonte: CRMV-SP (acessado em 03/01/11) / Retirado do Anfalpet.