Arquivo | fevereiro, 2011

Sexta do Riso: Quando eles deixam de ser mocinhos para virarem bandidos…

25 fev
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Mito:gatos de pelagem escura causam mais alergia do que os claros?

23 fev

Os gatos, independente da cor do seu pêlo, são uma das mais comuns causas de alergia – eles afetam o dobro de pessoas do que os cachorros.

As “fontes” da alergia não são apenas os pêlos dos felinos, já que a urina e a saliva do bichano também podem provocar reações. No entanto, alguns cientistas suspeitam que, quanto mais escuros forem os pêlos do gato, maior é a chance de ele causar alergias. Por quê?

Um pequeno estudo, feito em 2000, analisou 300 pacientes com alergia. Aqueles que tinham gatos escuros tinham quatro vezes mais chances de ter sintomas severos de alergia do que aqueles que eram donos de gatos mais claros. Outros estudos mostraram que os gatos machos também causam mais sintomas alérgicos do que as fêmeas – provavelmente por sua necessidade de marcar território.

Segundo especialistas, no entanto, esses estudos não foram conclusivos. Uma análise posterior, publicada no The Journal of Allergy and Clinical Immunology mostrou que a cor do gato não afetava a quantidade de substâncias que podem causar alergia produzidas.

A conclusão? Ainda não se sabe se a cor do gato afeta a quantidade de alergia que ele pode causar, mas machos, com toda a certeza, provocam mais sintomas do que as fêmeas.

Se você tem um gato e acha que tem alergia, tente evitar o contato com o bichano – se isso for difícil, como na maioria dos casos, procure um médico para que ele indique uma medicação apropriada, deixe o seu bichinho fora do seu quarto e tome banho com bastante freqüência.

Fonte: Pet Rede

Alimentação e nutrição de cães e gatos neonatos

21 fev

Após o nascimento, durante as primeiras 24 ou, no máximo, 36 horas, tanto o cão como o gato recém-nascidos necessitam ingerir o colostro.

O colostro é um tipo especial de leite produzido pela mãe logo após o parto, que, além de nutrir e hidratar, proporciona imunidade e resistência contra doenças aos filhotes recém- nascidos. A mãe deve incentivar os filhotes a mamar assim que nascem; se isso não ocorrer, uma pessoa deve fazer esse papel e colocar cada filhote próximo às mamas, encorajando-os a mamar. De qualquer forma, é muito importante monitorar o consumo de colostro pois filhotes que não o ingerem têm poucas chances de vida.

O colostro produzido vai, gradativamente, mudando sua composição, até transformar-se em leite. O leite da mãe possui proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais suficientes para nutrir o neonato. Se, por algum motivo, a mãe não puder amamentar ou tiver pouco leite, ou, ainda, no caso de órfãos, é necessário fornecer aos filhotes um substituto comercial do leite, até começarem a ingerir alimentos sólidos ou semi-sólidos.

Não se deve dar somente leite de vaca aos neonatos, pois a composição do leite varia conforme a espécie animal e essa dieta pode gerar deficiências nutricionais graves. Os leites de cadela e gata possuem mais que o dobro de proteínas, gorduras e energia que o leite de vaca. Oferecer amido, açúcar ou mel aos filhotes resulta em diarréia e não aproveitamento dos nutrientes, pois os neonatos são incapazes de digerir esse tipo de alimento, já que não possuem enzimas para isto.

O leite substituto deve estar em temperatura morna e ser fornecido através de uma pequena mamadeira. Durante o aleitamento artificial, os filhotes precisam ser mantidos em uma posição vertical, com a barriga para baixo e a cabeça ligeiramente inclinada para frente e para cima, com cuidado ao fornecer o alimento para não ocorrer ingestão de ar. Quando o filhote já estiver rejeitando o leite fornecido, significa que seu estomago já está cheio e não se deve forçar sua ingestão. Os neonatos devem receber, no mínimo, seis refeições diárias.

Iniciando a alimentação voluntária

A erupção dos dentes ocorre entre o 21º e o 31º dia, por isso, a introdução de alimentos sólidos ou semi-sólidos para os filhotes deve ser feita durante a 4ª semana de idade. Pode-se utilizar ração úmida (enlatada) ou ração seca amolecida em água morna. Deve-se oferecer o alimento aos filhotes várias vezes ao dia. Quando os filhotes já estiverem comendo sozinhos, deve-se sempre oferecer água limpa para beber, mesmo que ainda estejam mamando. Normalmente, os cães aprendem a comer sozinhos mais cedo que os gatos. A partir da 5ª semana, recomenda-se a introdução de ração seca, obrigando-os a mastigar, o que resulta em melhor desenvolvimento da arcada dentária. Utilizando esse manejo nutricional, o desmame ocorre gradativamente, tornando menos estressante a mudança do filhote para um novo lar.

Escolhendo a dieta

Para que ocorra um ótimo desenvolvimento dos filhotes, sem desequilíbrios nutricionais, é importante escolher bem qual dieta fornecer. Não se deve utilizar sobras de comida, pois estas são deficientes em alguns nutrientes. Já as rações são alimentos nutricionalmente completos e balanceados e dispensam totalmente os suplementos. No entanto, é preciso ficar atento na escolha do tipo de ração…

[Leia mais na edição #1 da revista Animais de Companhia]


Letícia Tortola
M.V. Residente em Nutrição e Nutrição Clínica de Pequenos Animais
FCAV – UNESP Jaboticabal

A doce vida de cão

16 fev

Eles têm plano de saúde, ofurô e até bufês para festas de aniversário. Além da roupa de grife…

A expressão vida de cão precisa ser revista. Já vai longe o tempo em que o animal dormia numa romântica casinha de cachorro feita de tábuas. Agora, existe a Pet Arquitetura, que reforma a casa do dono para que ela se adapte à mascote. Roupinhas compradas na pet shop da esquina? Nem pensar. Grifes de nome lançam produtos especiais para os peludos, com preços que podem chegar a R$ 1.200 por um casaquinho de couro. Se, apesar disso tudo, o cão ainda estiver estressado, pode fazer uma sessão de ofurô com sais relaxantes e sair com um belo sorriso – perfeito, por causa de um aparelho ortodôntico canino.

Isso tudo faz parte do processo de “humanização” dos cães e de sua elevação ao posto de protagonistas de uma onda de consumo que já tornou o Brasil o segundo maior mercado pet do mundo, de acordo com a Associação Americana de Fabricantes de Produtos Pet. Com US$ 9 bilhões movimentados por ano, perde apenas para os Estados Unidos.

Com isso, o país é alvo de uma onda de lançamentos de produtos e serviços inusitados para cães. O desfile de utilidades – e futilidades – é imenso. E inclui um desfile literal. São Paulo sedia a Pet Fashion Week, que funciona nos mesmos moldes das semanas de moda de humanos. Animais sobem na passarela, junto com modelos, e mostram as novidades.

Para agradar ao melhor amigo vale tudo. Até mesmo reformar a própria casa só para que ele fique bem. A arquiteta carioca Ana Flávia Ciuffo lançou a Pet Arquitetura, que promove reformas em pet shops ou no imóvel do dono para melhorar o ambiente para o cão. Até as lâmpadas são trocadas. “A temperatura dos cães é mais alta que a nossa, então você tem de usar lâmpadas mais frias”, diz ela.

Por falar em temperatura, e se o coisinha bonitinha da mamãe tiver febre? O plano de saúde para animais cobre a consulta. “Tenho dois cães, e um deles é tão sapeca que já caiu da laje três vezes. Então decidi fazer o plano”, diz a analista de marketing paulistana Debora Kussonoki, de 24 anos, que gasta R$ 180 por mês com os dois.

O brasileiro trata seu bichinho de estimação como se fosse da família. Uma pesquisa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal mostrou que 23% dos donos de cães permitem que o animal durma em seus quartos. O exagero pode fazer mal ao bicho. Chamado para acalmar os “pitis” de cachorros de celebridades como Will Smith e Oprah Winfrey, o adestrador mexicano Cesar Milan afirma em seu livro O encantador de cães que, para o cachorro, a família que o acolhe é sua matilha. Se ele é tratado como rei, concluirá que é… o chefe da matilha. E aí o bicho pega. O animal surta e, nesse caso, nem uma coleira de ouro vai conter seu ímpeto.

Fonte: Revista Época

Seu cão ‘toca o terror’ quando está sozinho?

14 fev

“Na ausência do gato, festejam os ratos”. E os cães? Menos independentes que os gatos ou ratos, nem sempre festejam quando seus donos precisam se ausentar; pelo contrário, reclamam e protestam de uma forma ou outra, seja latindo ou destruindo coisas, podendo causar ainda mais desespero nos vizinhos e até nos próprios donos.

Vamos então a um guia geral para resolver de uma vez dois problemas, a solidão do próprio cão e o desassossego dos vizinhos. E a famosa canção de Peninha, “Sozinho”, serve como um bom mapa.

“Tô me sentindo muito sozinho”

Solidão canina pode ser mais que uma mera circunstância causada pela ausência do dono, inclusive até algo um pouco mais sério, conhecido como “ansiedade da separação”, que pode ocorrer quando o bicho é separado de sua mãe e companheiros de mamadeira, de um antigo dono ou alguém, humano ou não, a quem tenha se apegado.

Ao perceber que foi deixado só (ele poderá interpretar despedidas como mero carinho), o que costuma acontecer em meia hora, o cão poderá demonstrar ansiedade da separação não só latindo e se agitando angustiadamente, mas também fazendo cocô e xixi por todo lado, e pode chegar a extremos, como ataques de vômito e diarréia e destruição de qualquer coisa que tenha o cheiro do dono. Ou, longe de se animar, pode ficar deprimido e preguiçoso, até deixando de comer e beber.

“Não sou, mas quero ser o seu dono”

Se você pegar o cão em flagrante sujando a casa ou destruindo o que não deve, não o castigue. Ele, se tiver temperamento de alguma dominância, pode até querer ser o dono (como já afirmei, enfiar o nariz no teu colo ou colocar a pata sobre teu joelho não são carícias, e sim manifestações de dominação), mas ele não faz por mal nem como “vingança” por ter sido deixado sozinho. Já disse, e sempre repetirei, que caninos não são gente, não raciocinam como gente e não têm as noções humanas de bem e mal, crime e castigo. E castigo nestes casos não adianta, ele só vai ficar confuso, achando que está sendo castigado por latir, fazer cocô ou aliviar a tensão.

“O dono tem segredos e planos secretos” ou “Fala que me deixa, só que é da porta pra fora”

“A socialização do peludo poderá incluir tratamento da ansiedade da separação, para ele perceber que ficar sozinho por mais de meia hora não é o fim do mundo. Além do treinamento de obediência, será preciso acostumar o cão a ficar sozinho, o que exige tempo e paciência, mas valerá a pena. Os procedimentos incluem sair por portas e corredores diferentes, ir embora sem se despedir e voltar sem muita festa e até fingir que sai, demorando cada vez mais tempo para voltar. Se o cão for realmente nervoso e inquieto, talvez seja necessário acalmá-lo com homeopatia ou até alopatia – mas só o que o veterinário disser!

“Por que você não cola em mim?”

Porque colar no peludo, ir com ele para todo lado, até no carro e no elevador, demonstrando proximidade demais (exceto, claro, se for cão-guia), traz o risco de simplesmente deixá-lo mal acostumado, e ele vai reclamar se tiver de ser deixado a sós por pouco tempo que seja.

A seguir alguns trechos pertinentes, com foco nos peludos que, como dissemos, resolvem protestar contra a solidão.

Pode acontecer de, se você precisar sair, o cão se sentir livre o suficiente para sair latindo. Está aí um bom desafio: treinar o cão para não latir enquanto você estiver ausente. Use então outro velho truque. Saia de casa à hora do costume e… volte para casa de repente e sem fazer barulho. Fique montando campana até o cão começar a latir sem motivo; então entre em casa, repreenda-o e vá embora. Caso ele demore a latir, você pode agilizar o processo provocando ruídos que seguramente façam o peludo latir, como bater a porta do carro. Se você trabalha perto de casa, peça a vizinhos que avisem se o bicho começar a latir. Caso você fique mais longe, outra alternativa é pedir a alguém de confiança para repreender o cão.

Ah, sim: se o cão for muito bravo, o mais importante, e o mais seguro para você, será tratar o temperamento dele antes de pensar em monitorar seus latidos.

“Por que você não cola em mim?”

Porque colar no peludo, ir com ele para todo lado, até no carro e no elevador, demonstrando proximidade demais (exceto, claro, se for cão-guia), traz o risco de simplesmente deixá-lo mal acostumado, e ele vai reclamar se tiver de ser deixado a sós por pouco tempo que seja.

Se o cão não é gente, ele é membro da família. E o ideal é que seja da família no melhor sentido, e posse responsável serve para isso. Afinal, como última citação, “quando a gente gosta é claro que a gente cuida…”

Fonte: Ayrton Mugnaini Jr, especial para o Yahoo! Brasil

Animais podem virar modelos

10 fev

Muitos pais sonham em transformar seus filhos em modelos mirins, para estamparem com seus belos rostos as propagandas e rótulos de produtos. Agora, quem não tem filhos mas possui animais de estimação pode ter o mesmo sonho. Com o crescimento do mercado pet, a demanda por modelos animais cresce e estimula a criação de agências específicas para o setor.

“Há alguns anos, era difícil encontrar modelos animais”, conta a produtora fotográfica Ana Paula Amaral. “Eu precisava visitar muitos criadores até encontrar o pet ideal, e me lembro de pensar que seria útil uma agência como a de modelos humanos, para a qual você liga e fala ‘quero um golden retriver de tal tamanho e tal idade’”, conta Ana Paula. Mas a ideia de fundar uma agência desse tipo só surgiu depois, quando em 2006 a produtora adotou Lancelot, um beagle de nove meses. “Ele era tão sapeca que destruía a casa se ficasse sozinho. Comecei a levá-lo para o meu trabalho, ele logo fez sucesso com os fotógrafos e clientes, e passou a aparecer em comerciais”.

Os amigos de Ana Paula se interessaram pela carreira de modelo de Lancelot, e quiseram disponibilizar os seus pets para modelarem também. “Hoje eu agencio mais de mil cachorros, em diversas cidades do país”, afirma. Sua agência, a Cão Modelo, não exige que os animais tenham pedigree. “Eles só têm que ser dóceis, e atenderem aos comandos básicos de adestramento ou às ordens dos donos”, diz. O cadastro do animal é gratuito, e ocorre por meio do site da empresa. Então Ana Paula faz uma visita para conhecer o temperamento do bicho. “Seleciono apenas trabalhos que não estressem muito os animais. Não aceito quando eles têm que ficar muito tempo presos, esperando”, diz Ana Paula.

O estresse da vida de modelo pode ser ruim para os pets. “A sessão de fotos deve ser rápida, para o cão ou gato não perder o interesse”, conta Christian Agabiti, proprietário do Pegadas da Fama Studio. No passado, o fotógrafo também agenciava animais, mas com o crescimento do estúdio, o foco acabou sendo a fotografia. Lá, Christian faz trabalhos publicitários com os pets, e também tira retratos de bichos para seus donos – que muitas vezes estampam as fotos ao lado dos cães ou gatos.

Ao fotografar animais, é preciso ter jeito. “Alguns bichos são mais bagunceiros, e encaram a sessão como uma brincadeira: pulam na mesa, lambem a câmara, se enroscam no cabo do flash”, afirma o fotógrafo. Para chamar a atenção dos cães, sons ou brinquedos costumam funcionar. Já os gatos, mais desconfiados, precisam antes conhecer o ambiente.

Bichos menos convencionais, como répteis e pássaros, também podem ter seus cinco minutos de fama. “Trabalhamos até com animais silvestres, desde que eles sejam registrados no Ibama”, diz Deborah Zeigelboim, proprietária da Pet Model Brasil. Criada no ano passado, a agência funciona online. Os interessados devem preencher um cadastro com informações sobre o animal, e enviar algumas fotos. O custo do cadastro é de R$ 60 por ano, e os cachês variam de R$100 a R$300 por dia de trabalho. “Mas assim como em agências de pessoas, não podemos garantir que o animal terá trabalho. Funcionamos como uma ponte entre os donos e os clientes”, afirma Deborah.

Os donos que quiserem começar a carreira de seus pets de forma mais doméstica podem arriscar alguns cliques em casa. “O fundamental é a agilidade para capturar a pose do animal antes que ele se mova”, ensina o fotógrafo argentino Lionel Falcón, que trabalha exclusivamente com animais há 15 anos. Quem quiser se aperfeiçoar na arte de fotografar o bicho de estimação pode aproveitar a chance: Lionel oferecerá um curso sobre a fotografia de pets no dia 19 de fevereiro, em São Paulo. Os modelos para as fotos serão – claro – animais.

Fonte: http://colunas.epocasp.globo.com/farejadorbichos/

Por FLORA.

GUIA PRÁTICO DE VIAGEM PARA DONOS DE GATOS

4 fev

Se pudessem escolher, os gatos certamente prefeririam ficar na segurança e conforto de suas casas e buscar aventuras apenas no jardim da vizinha ou no parapeito da janela. Mas você e sua família merecem férias!

Temos então que tomar uma decisão importante. Quais são as opções para nosso amigo felino durante as férias da família?

A primeira opção é levá-lo junto com você. Caso a viagem seja de carro, isso é mais fácil, mas várias recomendações devem ser seguidas. Para começar, o gato deve viajar apenas dentro de sua caixa de transporte, pois por mais tranqüilo que ele seja, os gatos tendem a se desesperar um pouco com o confinamento e o barulho de um carro em movimento. Um gato apavorado dentro de um carro em alta velocidade representa um grande risco de acidente. A caixa deve ser espaçosa o suficiente para que ele seja capaz de se virar dentro dela e dormir confortável durante toda a jornada. Se a viagem for longa e você planeja fazer paradas para abastecimentos pessoais e do carro, aproveite esse tempo para oferecer água e comida para o gato, podendo tirá-lo da caixa quando o carro estiver parado, mas ainda fechado. Os gatos mais “descolados” e experientes vão apreciar também que uma caixinha de areia (isto é, banheiro) seja disponibilizada de tempos em tempos e não farão nenhuma “bagunça” dentro da caixa de transporte. Para os mais estressados, será necessário manter toalhas no fundo da caixa e trocá-las quando estiverem sujas. Certifique-se que o lugar para onde você vai tem acomodações para seu gato e sempre pergunte para seus parentes antes se não tem problema levar o gato para ficar hospedado junto com sua família. Se for ficar em hotéis, ligue antes para saber se é permitida a presença de gatos.

Alguns gatos passam mal durante viagens, vomitando ou ficando muito enjoados ou muito agitados. Caso esse seja o caso, peça ao seu veterinário que recomende um medicamento para esses problemas. Nunca medique seu gato por conta própria. Caso seja inviável levar o gato com você, providencie que ele seja bem cuidado. Uma opção é deixá-lo em casa e pedir alguém de sua confiança para ir diariamente vê-lo, alimentá-lo e amenizar

um pouco a sua solidão. Certifique-se que escolheu a pessoa certa, que não tem medo do gato, que seja capaz de identificar alterações em seu estado físico e emocional e que tenha a possibilidade de levá-lo ao veterinário numa eventualidade de doença. Outra opção é deixá-lo hospedado na

casa de alguém ou num hotel para animais. Visite o lugar antes, peça para ver onde ele vai ficar, se é seguro, se é limpo, se vai ficar com outros animais, como serão os cuidados. Lembre-se: só porque você entrou de férias não quer dizer que seu gato deve ser condenado à solitária. Todo amor é acompanhado de responsabilidades…

Christine Souza Martins

M.V. Mestre em Medicina Veterinária

Professora da Universidade de Brasília

Revista fonte: Animais de companhia

Expressão Corporal Entenda a linguagem do seu gato

2 fev

A expressão corporal dos gatos pode nos dizer, na sua essência, muito de seu sentimento, expressão e comunicação. São várias as formas pelas quais eles podem se expressar:

A cauda é um importante instrumento para o equilíbrio do gato. Por exemplo, se ele estiver em uma superfície estreita, usará a cauda para equilibrar-se.Além disso, quando o gato balança a cauda, busca tanto equilíbrio físico, como emocional;

Os felinos também usam as orelhas para expressar de forma muito nítida o que querem, geralmente significando:

Descontração, alerta, agitação, defesa e agressão;

O arqueamento do dorso é também uma forma de expressão corporal, pois ao fazer esse movimento, o gato busca “aumentar” o seu tamanho para desencorajar algum agressor;

O enroscar dos gatos entre as pernas não só significa um desejo de contato físico, mas também o de realizar uma amistosa troca de cheiros; os gatos ainda podem massagear o dono com as patas dianteiras, e isso significa uma reminiscência do comportamento infantil do mesmo quando é amamentado.

Por fim, o gato oferece a barriga para as pessoas acariciarem, mas isso apenas quando possuem um grau elevado de intimidade.

Fonte: http://www.revistapulodogato.com.br/