Arquivo | agosto, 2011

Alimentos caseiros x industrializados

31 ago

Bom dia Pet Lovers!

Já estamos no meio da semana, e aqui em São Paulo o tempo deu uma bela mudada! Um frio e uma chuva!!!!! Volta calor!!!!

Dando continuidade ao assunto alimentação para gatos, hoje vamos comentar as diferenças entre ração industrializada e comida caseira.

Na comida caseira é você quem decide o que seu gatinho vai comer.  Porém, a menos que você seja nutricionista, cabe aos especialistas preparar a principal porção da dieta do seu gatinho. É complicado saber as quantidades certas e balancear os alimentos. A maioria dos alimentos pode ser agrupada em uma ou mais de três categorias de nutrição: proteínas, gorduras e carboidratos. Os animais precisam de porções distintas de proteínas, gorduras e carboidratos na dieta. Além disso, essas necessidades mudam no decorrer da vida do animal. O filhote tem necessidades nutricionais distintas do gato adulto, e ambos têm necessidades distintas de um gato velho. A maioria dos fabricantes de alimentos para animais de estimação têm fórmulas especiais para os vários níveis de atividade e faixas etárias e há uma linha completa de dietas de prescrição para gatos com diversos problemas de saúde.

Todos nós já vimos um gato vir correndo ao som de um abridor de lata. Mas será que os alimentos enlatados para gatos são melhores do que alimentos secos? Não necessariamente. Cada tipo de alimento tem vantagens e desvantagens. O fator mais importante é se o alimento atende às necessidades nutricionais de seu gato. Obviamente, o seu orçamento e a preferência do bichano também influenciam no tipo de alimento escolhido. Os alimentos industrializados para gatos apresentam-se em três formas gerais:

– Alimentos secos são a famosa ração, que são grãos crocantes de alimentos. Alimentos secos para animais de estimação podem ser armazenados por muito tempo, não têm cheiro e os pacotes podem ser mantidos à temperatura ambiente durante várias semanas sem estragar. São convenientes, econômicos e mantêm a qualidade o dia todo e ajudam a prevenir a formação da placa bacteriana nos dentes.

– Alimentos enlatados ou “úmidos”  têm uma vida  razoavelmente longa se a embalagem não for violada. Entretanto, depois de aberta a lata, o alimento não dura muito tempo. Alimentos úmidos para gatos têm um odor pungente e costumam ser difíceis de manusear. Se você dá esse tipo de alimento ao seu gato, o que sobrar deve ser jogado no lixo depois de 15 a 20 minutos, pois é um meio de cultura para bactérias que podem deixar o gato doente. Sobras de latas recém-abertas podem ser refrigeradas em recipientes hermeticamente fechados durante um ou dois dias, no máximo.

– Alimentos semi-úmidos também consistem em grãos, mas não são crocantes como os alimentos secos – eles costumam ser embalados em latas ou em sacos de alumínio com capacidade para uma refeição e são altamente industrializados. Alguns desses alimentos têm formas interessantes e cores distintas. Esses alimentos embalados em recipientes que podem ser fechados novamente costumam manter a qualidade à temperatura ambiente. Os semi-úmidos combinam a praticidade dos secos com o paladar dos enlatados, mas podem conter grande teor de corantes e substâncias artificiais.

Dar ao gato alimentos industrializados garante o consumo dos nutrientes necessários. Ao mesmo tempo, um complemento feito em casa para a dieta regular do gato é positivo se você escolher alimentos adequados para o animal. Não há nada errado em querer tirar o máximo proveito de um frango e cozinhar a moela para o gato, a menos que isso se torne a parte principal da dieta do bichano. Os miúdos (rins, moela e até mesmo fígado) são bons para o gato se consumidos com moderação, mas estão vinculados a problemas de saúde se o animal consumi-los em grande quantidade. Do mesmo modo, todo gato na face da Terra adora leite e queijo, mas a maioria tem dificuldade em digeri-los.

Consumidores atentos lêem rótulos – e esse é um bom lugar para começar a descobrir o que o seu gato come quando você compra alimentos próprios para o bichano.

Muitos donos de animais de estimação comparam as informações sobre nutrição de diversas marcas e percebem que uma marca de menor preço tem os mesmo nutrientes que uma marca de preço elevado. O que isso significa é que esses dois alimentos são iguais no laboratório. Por exemplo, couro velho para sapatos pode ter o mesmo teor de proteínas que peito de frango magro. Mas é claro que você e o gato preferem o frango. Portanto, o que precisamos saber é como os diversos nutrientes atuam no gato.

A questão mais relevante não é a quantidade de um determinado nutriente existente em uma lata de ração para gatos, mas quanto o sistema digestivo do animal pode assimilar. Alimentos de baixo custo costumam ser feitos de ingredientes de baixo custo, que talvez o seu gato não digere muito bem. Só porque o gato engole tudo de uma vez e mia pedindo mais não quer dizer que o alimento seja bom para ele (pense em crianças e alimentos saborosos com baixo valor nutritivo).

A moral da história é que alimentos especiais e de marca para animais de estimação são fabricados por empresas que fazem muitas pesquisas sobre a nutrição desses animais. Essas empresas estão sempre melhorando os alimentos para ficarem em dia com as informações mais recentes, e elas usam ingredientes de alta qualidade com nutrientes que os gatos podem aproveitar. Esses produtos podem custar um pouco mais, mas valem a pena.

Próximo post vamos falar sobre outros tipos de cuidados com esses felinos, tais como higiene e aparência!

Lambidas e até a próxima!

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Como alimentar seu gatinho?

29 ago

Bom dia Pet Lovers!

De volta ao trabalho depois de um lindo final de semana, hoje as dicas vão para os donos de gatinhos que querem o bem estar de seus amiguinhos. Saiba como alimentar direitinho seu felino nas dicas abaixo.

A exemplo dos alimentos humanos, há algumas guloseimas felinas que são boas para os gatos e outras coisas que não passam de alimentos calóricos, sem valor nutritivo. Um item da lista dos alimentos não muito saudáveis consumido de vez em quando não causa nenhum dano permanente, mas não permita que isso se torne parte da alimentação regular do animal.

Se seu gatinho lhe traz presentes como camundongos ou pássaros mortos ou se ele brinca com um pedaço de gaze, ele está expressando um impulso natural e forte de perseguir e matar a presa. Se você duvida que o seu gato é um carnívoro (e predador) nato, basta dar uma boa olhada nos dentes do bichinho na próxima vez que ele bocejar. As presas não são para comer brotos de alfafa. A verdade é que o gato é carnívoro, ele não sobrevive como vegetariano. Há certos nutrientes encontrados apenas em proteínas animais e o seu gato precisa delas. Um desses nutrientes é um aminoácido chamado taurina. Sem taurina, os gatos ficam cegos e acabam com o coração aumentado, que provavelmente os matará antes da hora. E também os gatos precisam de uma fonte diária de vitamina A e um ácido graxo chamado ácido araquidônico, encontrado apenas em tecido animal. É por isso que nunca devemos dar aos gatos ração para cães. A ração para cães não tem a quantidade suficiente dos nutrientes certos para gatos. Por quilo, pode ser menos oneroso dar ração de cães aos gatos, mas isso custaria a saúde do animal, a visão ou, até mesmo, a vida.

Certamente, isso não significa que você deve dar ao seu gato carne crua ou deixá-lo dependente da caça como única fonte de alimento. Além disso, gatos que caçam ou comem carne crua ou mal cozida podem contrair várias doenças – até mesmo algumas que podem ser transmitidas ao homem.

Comendo Plantas

Muitos donos de gatos consideram o fato deles ingerirem plantas como um problema de comportamento – e será se o animal ingerir plantas que não queremos. Algumas pessoas acham que o gato que ingere plantas não está consumindo os tipos certos de alimentos. Elas têm razão – mas apenas no sentido de que o que o gato mais precisa em sua alimentação é de…plantas.

Os especialistas têm alguns comentários a fazer sobre o motivo dos gatos comerem plantas. Pode ser para obter alguns nutrientes essenciais, para ajudar a digestão ou como emético para expelir pela boca pêlos ou outros itens não alimentícios ingeridos pelo animal. Não importa o motivo, ingerir vegetação é um comportamento instintivo em gatos; não é possível impedi-lo. Por isso, a melhor coisa a fazer é aprender a conviver com esse comportamento.

Plante um “jardim felino” – podemos encontrar kits semiprontos em pet shops ( Você encontra este kit no Empório Mima Pet. Clique aqui). Ou você mesmo pode criá-lo. Não importa o que você faça, plante o jardim do gato em um recipiente que não vire nem se mova com facilidade. Tudo que você precisa é apenas quatro ou cinco polegadas de terra vegetal e algumas sementes. Boas opções são grama ou Nepeta cataria (popularmente conhecida como erva-de-gato ou maconha de gato). Talvez seja bom deixar o jardim longe dos gatos enquanto a “plantação” estiver crescendo, mas assim que os brotos alcançarem alguns centímetros de altura, deixe que os bichanos comam as plantas à vontade.

Deixe as suas plantas decorativas longe do alcance dos gatos – os gatos têm habilidade incrível para escalar e saltar. Por isso, colocar as plantas em prateleiras ou suportes provavelmente não resolverá muito. Parapeitos de janelas são locais fáceis para acrobatas felinos aterrissarem. Pendure plantas no teto, coloque-as atrás de barreiras à prova de gatos (em um jardim de inverno fechado com portas de vidro, por exemplo) ou em localizações que o gato não possa alcançar mesmo se saltar, escalar ou rastejar.

Proteja as suas plantas – se não for possível tirá-las do alcance do gato, tente criar um escudo protetor ao redor delas. Colocar tela, identificadores de plantas ou mesmo naftalina no solo ao redor da planta pode protegê-la de patas curiosas, mas essas barreiras não têm uma aparência muito agradável.

Petiscos para o gato e “comida de gente”

É difícil resistir à tentação de dar ao bichano uma guloseima vez ou outra, e não há problema nenhum em ceder a essa tentação, desde que haja um período de tempo suficientemente longo entre uma vez ou outra. Essa freqüência depende do gato e do tipo de guloseima que você lhe dá. Se o gato ingere a quantidade recomendada de ração de qualidade diariamente e não está acima do peso, então você provavelmente não lhe dá guloseimas em excesso. Se, por outro lado, o gato come alimentos saborosos, mas não muito nutritivos e está mais gordo ou recusa o jantar, é hora de mudar a estratégia.

Guloseimas industrializadas para gatos costumam não ter grande valor nutritivo. Seu principal objetivo é o mesmo das guloseimas para o homem: ser saborosas – muito saborosas – e mais nada. Guloseimas para gatos classificadas como “gourmet” costumam ter menos corantes e substâncias artificiais, mas mesmo assim não devem ser dadas ao bichano como parte regular de sua dieta. A vantagem das guloseimas “gourmet” é o custo: elas têm preço tão elevado que os donos de gatos não exageram na quantidade dada aos bichanos!

Uma pergunta feita aos veterinários o tempo todo é: “Posso dar comida de gente ao meu gato?” Há muito pouco do cardápio que as pessoas comem que os gatos não deveriam comer (ou não comem); portanto, isso não é realmente um problema (os donos de gatos devem tomar cuidado ao alimentá-los com laticínios. Embora os gatos adorem os derivados do leite, muitos não digerem muito bem e ficam nauseados). Mais uma vez, a questão é o equilíbrio nutricional. A exemplo do que acontece com a comida feita em casa, alimentar o gato com sobras de refeições ou usá-las para lanches não dá ao animal a quantidade certa dos nutrientes.

Porém, comida de gente pode ser um dos lanches mais saudáveis para gatos. Se você der ao bichano ovos mexidos ou um pouco de macarrão, ao menos você sabe o que esses alimentos contêm. E você ficará surpreso com o que o gato come. Os donos de gatos contam que seu animal de estimação pede petiscos previsíveis como peixe e frango, bem como imprevisíveis, entre os quais tomates e melão.

Água, água e água!

O gato precisa de cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal diariamente. Esse volume não parece grande, mas está correto: um gato de porte médio precisa de dois litros de água toda semana.

Obviamente, os gatos obtêm a água necessária bebendo-a. Mas há outra fonte de água importante para os bichanos: o alimento que eles consomem. Quanto mais água houver nos alimentos dos gatos, menos ele precisa beber. Comida enlatada para gatos é mais cara porque você compra água junto com o alimento (até 75% da ração úmida é composta por água) e paga mais pela embalagem. A ração seca tem muito menos água (talvez 10% do peso), o que significa que o gato cuja dieta consiste em apenas ração seca tem que beber muito mais água.


A desidratação (quantidade insuficiente de água no organismo) é um problema grave para qualquer ser vivo, e os gatos são particularmente propensos a ela. O gato pode passar dias sem alimentação, perder até 40% do peso corporal e ainda assim sobreviver. Mas uma perda de água corporal de apenas 10 a 15% pode matá-lo. Outros líquidos – por exemplo, o leite, se não provocar náusea no bichano – são ótima fonte de água, mas nada é melhor do que a própria água. Verifique se o gato tem bastante água limpa e fresca disponível o tempo todo. Você encontra diversos tipos de bebedouros para gatos no Empório Mima Pet. Clique aqui para vê-los.

No próximo post vamos continuar falando sobre a alimentação dos nossos felinos!

Lambidas e até a próxima

 

 

A escolha entre um gato que vive dentro de casa e um que vive solto!

26 ago

Bom dia Pessoal!

Sexta-feira linda chegou! Que gostoso! Vamos aproveitar bastante o final de semana hein gente!

Vamos voltar ao nosso tópico sobre gatos?!?! Então vamos lá. Hoje vamos dar algumas dicas no sentido de optar pelo melhor gatinho, os que gostam de viver soltos, ou os que vivem “presos”, ou seja, são os gatos que não precisam ir para a rua.

Diferente dos cachorros, os gatos não tem a necessidade de ir para a rua. Eles são “caçadores de emboscada”. Costumam correr muito por períodos relativamente curtos. Um corredor de comprimento razoável dá espaço suficiente para isso. Esse comportamento combinado ao instinto de enterrar as fezes (é por isso que os gatos se acostumam a usar uma caixa de areia) contribuem para que não haja motivo suficiente para levar o gato à rua.

O ar fresco e luz do sol são bons para todos, tanto para pessoas quanto para os animais. Mas será que a vida ao ar livre realmente é mais “natural” para o seu gato? Depois que os gatos foram domesticados, eles deixaram de ser totalmente “naturais”; depois de retirados de seu habitat original, eles tiveram que se esforçar para adaptar os instintos apurados durante dezenas de milhares de anos vivendo em desertos às novas circunstâncias. Eles nunca conseguiram se adaptar a algumas dessas circunstâncias.

O que espera por seu gato do lado de fora da sua casa? Árvores, grama e todas as paisagens, sons, aromas e alegrias da natureza – coisas boas para todos nós aproveitarmos. Mas também há animais perigosos, pessoas cruéis, tráfego, doenças e autoridades do controle de zoonoses (que poderão estar em seu direito legal de apanhar e prender o seu gato se ele estiver fora de casa). O único modo confiável de manter o seu gato protegido de todos esses riscos fatais é mantê-lo dentro de casa.


Uma série de doenças felinas graves e fatais dissemina-se apenas com o contato com gatos infectados – ou com regiões onde há gatos infectados. O vírus da imunodeficiência felina (FIV), que causa uma perturbação no sistema imunológico do gato, é transmitido, sobretudo, por mordidas de gatos infectados. E o vírus da leucemia felina (FeLV) geralmente requer contato direto prolongado com um gato infectado, por exemplo, o compartilhamento de caixas de areia ou de vasilhas de água e de alimentos, além do fato de que um animal acaba lambendo o outro, uma limpeza mútua. Muitas vezes, os riscos de doença são pequenos ou desprezíveis para gatos presos, significativamente maiores para gatos soltos ou gatos que vivem presos e soltos. Donos de gatos – sobretudo aqueles que têm filhos pequenos – devem saber que gatos que vão às ruas têm maior probabilidade de contrair doenças e parasitas que podem contaminar o homem, desde probleminhas como pulgas até doenças mais graves como a doença de Lyme, transmitida pelo carrapato e a perigosíssima raiva.

Só porque é mais seguro para o seu gato viver dentro de casa e não vagar pelas ruas, isso não significa que ele nunca poderá ver a luz do dia, exceto pela janela. Uma correia (sem coleira) é um modo razoavelmente seguro para você e para o gato saírem e tomar ar fresco e um pouco de sol. Mas alguns gatos nunca vão se acostumar a saírem presos a uma correia. A experiência regular desde a fase de filhote ajuda, e alguns gatos treinados até mesmo pedem para sair. Obviamente, mesmo com a correia, o gato corre o risco de pegar pulgas – e de encontrar gatos e cães soltos na vizinhança.

Gatos soltos entram em brigas barulhentas com outros gatos à noite, comem ou arrancam as plantas dos vizinhos, matam pássaros (mas também podem ajudar a controlar a população de roedores da região), e enterram seus dejetos nos jardins alheios. Embora algumas pessoas – e alguns donos de gatos – considerem esses problemas insignificantes, muitas outras os consideram gravíssimos. Se o seu gato entrar em uma briga, as conseqüências serão piores do que o fato de acordar os vizinhos com os miados e berros. Os arranhões superficiais na face ou no dorso do animal não são tão problemáticos. Mas ele também pode ter ferimentos provocados por mordidas que se fecham rapidamente, com sujeira e germes em seu interior, e que criam um abcesso doloroso vários dias depois. As mordidas durante as brigas também são a forma principal de disseminação do vírus da imunodeficiência felina. Gatos não esterilizados que vagueiam pelas ruas também contribuem para o aumento da população felina, um problema que lota os abrigos e resulta em milhões de animais “sacrificados” anualmente.

Bem gente, acho que já deu para ter uma noção do que pode e do que não pode acontecer com um gatinho que vive solto, certo?

Próximo post falaremos sobre a alimentação correta para esses felinos tão lindos!

Lambidas e até a próxima

 

Outlet de Inverno no Empório Mima Pet com até 50% de desconto!

24 ago

Boa Tarde Pessoal !!

Hoje viemos com uma grande promoção! Não percam!!!! O Empório Mima Pet sempre presenteando seus amigos com promoções imperdíveis! Acesse: http://www.mimapet.com.br e confira os descontos nas roupinhas!

Lambidas e até a próxima!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como escolher um gato

22 ago

Bom dia Pet Lovers!

Como foram de final de semana? Começando a segunda-feira com um super frio é desanimador né?? Mas vamos que vamos!! Temos que trabalhar né!

Bem, os últimos posts foram dedicados exclusivamente aos cachorrinhos. Como não poderia ser diferente, agora vamos nos dedicar um pouco aos gatinhos! Serão uma sequencia de dicas sobre os felinos mais lindos que existem! Na nossa opinião, é claro! rsrsrs

Vamos lá então, certamente você já ouviu dizer que os gatos têm sete vidas. Isso talvez seja verdade, mas uma coisa é certa: o seu gato pode ter uma vida longa e saudável se receber os cuidados adequados e muito carinho. Muitas coisas precisam ser levadas em conta quando se cuida de gatos, e vamos comentar todas elas nas próximas sessões.

Antes de ter um gato, descubra que tipo você deseja: gato adulto ou filhote; pêlo curto ou longo; de raça ou vira-lata; macho ou fêmea; gato malhado, pintado, ou de uma cor só.

Se você morre de amores por um determinado tamanho, idade, sexo, raça ou aparência de gato, faça mais pesquisas antes de começar a procura. Você pode se surpreender ao constatar que o tipo que você adora não se adapta ao seu estilo de vida. Por exemplo, se você gosta de sossego em casa, um siamês não é o mais indicado. Todos sabem que eles são “faladores”. Do mesmo modo, um gato persa é belíssimo, mas a menos que você se comprometa a cuidar de sua aparência diariamente (ou a pagar um profissional especializado toda semana), um belo gato de pêlo curto seria mais aconselhável. Você viaja muito? Então, você precisa de um gato mais adulto – no mínimo com oito meses de idade. Dois gatos são ainda melhor porque podem fazer companhia um ao outro enquanto você estiver fora.

Filhote ou Adulto?

Todo mundo adora filhotes. Eles são engraçadinhos, divertidos, fofinhos e carinhosos – não resta a menor dúvida. Mas não cometa o erro de pensar que eles são “bebês”. Quando o filhote está pronto para se afastar da mãe e viver em outra casa, ele pode caminhar, correr, saltar e escalar como o felino equivalente a uma criança de 10 anos. Além disso, se você pegar um filhote hoje, em apenas alguns meses você terá um gato adulto – um animal que viverá em média 12 a 15 anos.

Se você tiver tempo, espaço e energia para criar um filhote, não pense duas vezes – é uma experiência maravilhosa. Mas lembre-se que os filhotes são caros e exigem muita atenção. Precisam de cuidados veterinários rotineiros, doses de reforço das vacinas e esterilização. A maioria dos filhotes é passiva e carinhosa nos primeiros dias de vida, mas precisam de socialização e treinamento para continuarem assim; e mesmo com isso, não saberemos como será sua personalidade adulta até eles crescerem.

Por fim, bebês e filhotes de gato não combinam muito bem. É bom imaginar que um bebê de 1 ano e um gatinho de dez semanas possam “crescer juntos”, mas não é exatamente assim que acontece. Em seis meses, essa pequena bola de pêlo que seu filho pode carregar terá se transformado em um gato adulto com mais de 5kg e o seu bebê de 3 anos terá três anos e meio.

Escolher o gato certo

Como escolher o gato certo? Será que ele é saudável? E os problemas ocultos de saúde ou de comportamento? O que acontece com o gato se as coisas não derem certo em sua casa?

Ter um gato não é como comprar um cortador de grama ou um secador de cabelo; gatos não vêm com certificado de garantia. Cada um é diferente, o que significa que cada gato traz problemas e alegrias singulares. Mesmo assim, referências sobre gatos devem ajudá-lo a tomar uma decisão. Embora as referências não possam prometer que o gato nunca ficará doente, elas podem tomar medidas para dar ao gato as melhores chances possíveis de manter a saúde. Entre as boas referências para encontrar o gato certo para você estão:

Amigos e vizinhos – é bem provável que alguém que você conhece tem um gato ou filhotes que precisam de um lar. Muitas vezes, pegar o gato do vizinho ou amigo é a melhor solução para todos, sobretudo se for um filhote da ninhada da gata do vizinho ou o animal de estimação da família de um amigo alérgico. O seu relacionamento pessoal com a referência geralmente significa que você saberá tudo sobre o gato. Dois ou três alertas sobre aceitar o gato de um amigo ou vizinho: ele não recebe os mesmos cuidados veterinários de um gato de rua ou de um doméstico. Além disso, lembre-se do velho ditado: “amigos, amigos, negócios à parte”.

Gatos de rua – às vezes, você nem precisa preocupar-se em encontrar o gato certo, porque ele vem ao seu encontro. Muitas pessoas juram que esses são os melhores gatos que se pode ter. Não há taxas nem entrevistas de adoção quando você pega um gato de rua, e é bem provável que você esteja salvando uma vida. Por outro lado, você terá que cobrir o custo de vacinas, vermífugos, esterilização e outros procedimentos. Muitos gatos de rua têm outros problemas de saúde que talvez não apareçam logo no início e seu tratamento pode ficar oneroso. Às vezes, sociedades locais de proteção aos animais ajudam com o tratamento veterinário inicial ou um hospital veterinário regional pode oferecer valores reduzidos para tratar gatos abandonados, mas não conte com isso.

Abrigos para animais – todo ano, milhões de gatos sem lar acabam sendo sacrificados. Adotar gatos de abrigos abre espaço para outros gatos e é um modo menos oneroso de se conseguir um animal de estimação esterilizado e vacinado. Prepare-se para passar por questionários e entrevistas, sendo que algumas delas são bastante pessoais e indiscretas. Não pense que o problema é você – eles têm bons motivos para agir assim. Além disso, verifique as instalações do abrigo e as condições físicas dos animais disponíveis para adoção. Visto que eles vivem juntos uns com os outros, doenças, vermes e pulgas podem ser um problema.

Criadores – se deseja um gato de raça, esse é o caminho a seguir. Os bons criadores sabem muito sobre gatos e sobre a raça que eles criam em especial. Além disso, não vendem os gatos para qualquer pessoa. Tome cuidado com “pechinchas” de gatos de raça e “criadores de fundo de quintal” (pessoas que criam animais apenas visando o lucro). Um criador honesto está interessado em manter animais de alta qualidade, informações minuciosas e produzir só uma ou duas ninhadas por fêmea fértil ao ano. Peça informações sobre criadores nas associações nacionais de criadores.

Próximo post vem como novas dicas! Aguarde!

Lambidas e até a próxima!

Saiba como lidar com um cachorrinho de rua

19 ago

Bom dia Pet Lovers!

Mais uma sexta-feira gostosa, final de semana, descanso e etc…. Ufaaa…que delícia!

Bem, hoje vamos ao último post da série de dicas sobre como escolher um novo amiguinho! Seja ele comprado, seja adotado, seja um presente. O tema de hoje trata um pouquinho sobre cães de rua. Eles são lindos demais! E às vezes, não é você que escolhe o cachorro, mas ele que escolhe você. Os cachorros de rua parecem ter um sexto sentido sobre as casas em que serão bem-vindos.

 

Quando um cachorro aparece na sua porta, pode parecer destino, mas respire fundo e avalie a situação, como se você estivesse comprando de um criador ou adotando de um canil. Sua família está preparada para ter um cachorro? O cachorro é apropriado para você e sua casa? Você tem tempo e recursos para cuidar de um cachorro? O cachorro é saudável?

Aproxime-se com cuidado de um cachorro de rua até que tenha certeza de que ele é amigável e saudável. Se ele estiver usando uma coleira e tiver uma identificação, você pode dar um final feliz a essa história devolvendo-o a sua família. Se achar que pode mexer nele sem correr perigo, você pode verificar se há marcas de registro, geralmente localizadas dentro da orelha, no lado de dentro da coxa ou na barriga. Infelizmente, a maioria dos cachorros de rua não tem identificação.

Você pode colocar avisos ou anúncios, mas ficará com o cão em sua casa enquanto isso, e muitos cachorros de rua nunca são reclamados. Se decidir dar um lar ao cachorro de rua, o primeiro passo é levá-lo ao veterinário para fazer exames completos e tomar as vacinas. Só assim você poderá levá-lo para sua casa, especialmente se tiver outros cachorros que possam pegar quaisquer doenças ou parasitas que o cachorro de rua porventura tiver.

Há muitos cachorros que são abandonados por seus donos na esperança de encontrarem um lugar para ficar. Infelizmente, os cachorros não conseguem sobreviver sozinhos. Se você não puder ficar com um cachorro de rua que aparecer na sua porta, a melhor coisa a fazer é levá-lo para um abrigo de animais local, onde será alimentado e tratado até que possa encontrar um novo lar.

Destacamos todas as principais perguntas que você precisa responder antes de levar um cachorro para dentro de casa. Se você seguir direitinho nosso conselho, aumentará bastante a probabilidade de uma união maravilhosa entre o cachorro e a família.

 

Como adotar um cãozinho de abrigos de animais!

17 ago

Bom dia pessoal!

Hoje estamos de volta com nossas dicas sobre cães. Falaremos sobre como escolher um cachorro vindo de um abrigo. Ao adotar este cachorro, quer o cão seja de fonte indireta ou um filhote de rua, você não apenas estará ganhando um excelente companheiro, como também estará salvando sua vida.

 

As mesmas regras de preparação de um cachorro de raça pura comprado de um criador aplicam-se ao cachorro de raça mista adotado de um abrigo. Sente-se e veja exatamente o que você quer em um cachorro e o que pretende fazer com ele. Dessa forma, quando for a um canil, os funcionários saberão exatamente quais os cachorros que atendem as suas necessidades e você não ficará perdido com tantos números. Antes de ir a um canil, reúna a família e faça uma lista das características que desejam: tipo de pêlo, tamanho, cor, etc. É muito fácil ficar em dúvida quando vários cachorros ficam pulando e batendo com as patas em você pelas barras da gaiola.

Depois, todo mundo da casa pode entrar no carro e ir direto para o canil. No caminho, reveja como funciona o processo de seleção. Você pode telefonar para os canis da região para obter detalhes de seus procedimentos específicos, mas pode esperar algo desse tipo: primeiro, ande pelo canil para ver os cachorros e ter uma idéia de quais estão disponíveis; depois, ande novamente. Não tenha pressa. Os membros da família devem anotar individualmente um ou dois cachorros que adotariam. Finalmente, ande pela última vez, observando os cachorros escolhidos e comparando-os à lista para ver se eles atendem aos critérios. Se um cachorro não corresponder às suas necessidades, risque-o da lista. Pegue sua lista de finalistas e peça a um funcionário do canil mais informações sobre eles.

Os funcionários de canis vêem os cães diariamente e podem descrever a personalidade e os hábitos deles. Se um cachorro foi entregue pelos seus donos, o canil provavelmente tem informações mais detalhadas sobre sua saúde e personalidade do que um cachorro encontrado na rua. Geralmente, os cachorros de canil de fonte indireta vêm com um histórico de informações importantes: se eles se deram bem com crianças ou outros animais, se preferem homens ou mulheres e o tipo de casa a que estavam acostumados. Adequar a experiência anterior do cachorro a sua situação atual pode ajudar bastante. Por exemplo, alguns cachorros podem ter dificuldade em se adaptar em uma casa com crianças muito pequenas, a menos que tenham vindo de uma família já com crianças. Verifique as mesmas questões de saúde que verificaria se estivesse comprando um filhote: olhos claros, sem tosse ou espirros, fezes sólidas. Pergunte se o cachorro foi castrado ou esterilizado, vacinado e se não tem vermes.

Depois que o pessoal do canil tiver explicado tudo, peça para ver o cachorro ou os cachorros separados da lista para que você faça sua escolha. Não se esqueça de que um cachorro em um canil está longe de sua família, talvez pela primeira vez. A perda de sua casa e as pessoas estranhas do canil certamente afetam o comportamento. Geralmente, os cercados de um canil são pequenos, com pouco espaço para o cachorro andar. É natural que um cachorro nessa situação fique assustado, depressivo ou quieto, por isso, leve tudo isso em conta quando tomar sua decisão.

Prepare-se para levar o cão para uma sala de visitas ou para uma área externa, de modo que vocês possam se conhecer melhor. Nesse cenário, o cachorro pode se soltar, mostrando a você sua verdadeira personalidade. Leve-o para passear com coleira. Ele presta atenção quando você muda de direção? Um cachorro disposto e atento é mais fácil de ser treinado.

Quer você escolha um filhote ou um adulto, procure um cachorro que seja saudável e sensível. Se o cachorro for amigável no ambiente do canil, provavelmente também será amistoso na sua casa. Mas lembre-se de que um cachorro preso quer sair, e mesmo um cão assustado pode ficar bastante eufórico quando você passar perto de sua gaiola. Não tenha pressa. Sua decisão é extremamente importante.

Adotar um cachorrinho de rua pode ser desafiante, mas com certeza é gratificante. No próximo post vamos desenrolar este assunto! Não perca!

Lambidas e até a próxima.

Como escolher um cão de um criador

15 ago

Boa Tarde Pet Lovers!

Como foram de Dia dos Pais!

Nosso final de semana foi super agitado! Nossa promoção foi um grande sucesso! Agradecemos a todos pelo carinho de sempre com o Empório Mima Pet. Em breve lançaremos outra promoção melhor ainda! Fiquem ligados!

Agora voltando ao nossa agenda de dicas, hoje vamos conversar um pouquinho sobre como escolher um cachorrinho de um criador. A partir do momento que você já definiu qual o tipo de cãozinho que mais se adequa aos seus objetivos e ideais, o próximo passo é pesquisar criadores. Bons criadores estão comprometidos em aprimorar a raça. Ficam atentos quanto ao cruzamento; têm cuidados saudáveis com o cão; pertencem a clubes de cães ou organizações criadoras; e geralmente exibem seus cães em apresentações. Eles tentam acabar com os problemas de saúde examinando seus cachorros à procura de possíveis doenças genéticas. Eles se mantêm atualizados com respeito à vacinação, medicina canina e genética.

Para encontrar um bom criador, peça referências ao veterinário ou a outros donos de cachorro. Assistir a apresentações de cães é outra excelente maneira de encontrar criadores. Converse com os criadores após a apresentação dos cães (antes da competição, eles estarão muito ocupados preparando o animal).
Bons criadores conhecem intimamente suas crias. Eles gostam de falar sobre seus cachorros e gostariam de ter tempo para ensinar as pessoas que estão iniciando no ramo da criação. Diga aos criadores que tipo de cachorro você quer – quieto, ativo, amigável, fácil de cuidar, bom com crianças e assim por diante – de modo que eles possam dizer se sua criação atende às suas necessidades. Pergunte sobre a personalidade e o temperamento de uma raça. Que cuidados devemos ter? Precisa de uma dieta especial? Está acostumado com crianças ou outros animais? Que problemas genéticos afetam a raça?

Se gostar de algum criador, marque uma visita em sua casa para ver os cães. Depois que examinar os cachorros e as instalações, converse com o criador sobre regras e costumes. Um criador honesto e responsável gostará de sua preocupação e não ficará ofendido se você perguntar:

– Há quanto tempo você cria cães?

– Com que freqüência você cruza seus cães?

– Por que você decidiu cruzar esses dois cachorros?

– Antes de cruzá-los, você examinou os cães para possíveis problemas de saúde comuns à raça?

– Você pode me mostrar os resultados dos testes?

– Os filhotes vêm com garantia de saúde ou um atestado de saúde do veterinário?

– Você pertence a algum clube de criação e obedece a seu código de ética?

– Seus cães conseguem cumprir as tarefas para as quais eles foram adestrados (se for pertinente à raça em questão)?

– Os cães ganharam algum título (campeonato de formação, títulos de obediência, títulos de rastreamento, títulos de rebanho)?

– Você pode dar referências de outros compradores?

– Quais os pontos positivos e negativos de se ter essa raça?

Um bom criador também lhe fará perguntas. Essas perguntas podem parecer pessoais, mas as intenções do criador são boas: garantir que seus filhotes sejam amados e tenham uma casa para o resto da vida.

Um criador pode também exigir que você assine um contrato aceitando determinadas regras de cuidados, como manter o cachorro em um quintal cercado ou castrá-lo ou esterilizá-lo. Alguns criadores retêm a documentação de registro do filhote até que se prove que ele foi castrado. O criador também pode exigir que você devolva o cachorro se acontecer de não puder mais ficar com ele. Como retribuição pelo cumprimento dessas condições rigorosas, você pode esperar receber um filhote bem socializado e saudável, por um preço justo, além de informações constantes do criador sobre seu cuidado, tratamento e alimentação.

Nem sempre é fácil encontrar um modelo de criador como esse. Qualquer pessoa pode se apresentar como criadora de cães. Como comprador, é sua responsabilidade analisar com cuidado o criador para garantir que ele segue práticas de criação responsáveis e respeitáveis.

Quando visitar um criador, anote o tamanho do canil, as áreas de adestramento, limpeza, estado de conservação, ventilação, iluminação e aparência geral. As áreas para descanso e necessidades fisiológicas estão limpas? Existe uma área separada para os cachorros doentes, os cachorros de exposição e os recém-nascidos? O criador oferece alimentos de boa qualidade ou seus animais seguem uma dieta genérica? Tem sempre à disposição água fresca? O criador guarda os registros (incluindo documentos de vacinação), armazena os medicamentos corretamente e toma todas as medidas para evitar infestação por vermes? Além disso, avalie a condição dos cachorros e a socialização dos filhotes. No fim, seu próprio julgamento é o que mais conta.

Entretanto, um criador não é a única opção. A maioria das pessoas tem sorte em adotar um cachorro de um abrigo de animais. Este será o próximo tópico a ser comentado! Aguarde!!!

Lambidas e até a próxima

 

Comemore o Dia dos Pais com 20% de Desconto no Empório Mima Pet!

12 ago

Bom dia Pessoal !

Mais uma sexta-feira deliciosa chegou! Que maravilha! E este final de semana é muito especial ! Vamos comemorar o Dia dos Pais, que são seres maravilhosos que nos colocaram no mundo, nos criaram, nos ensinaram muitas coisas.  Aqui vai uma mensagem para todos os papais do mundo:

Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo brincar?

Quem disse
que por detrás daquela voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou
que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?

Quem foi que determinou
que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz Dia dos Pais, meu PAI.

E para celebrar esta data, por que não dar um presentinho novo para seu animalzinho de estimação? Somente para os leitores do blog e redes sociais, na compra de qualquer produto no site você ganha 20% de desconto! Oferta imperdível !!!!! Não perca tempo! Promoção válida até domingo às 23:59. Basta inserir o código B0BFA0E00021 no campo VALE PRESENTE ao finalizar a sua compra e o desconto será gerado automaticamente! 

Aproveitem a mega promoção e celebrem muito com seus pais! Para os pais que já se foram, nunca nos esqueçamos deles!

Lambidas e até a próxima!

Como escolher um cão vira-lata

10 ago

Bom dia Pessoal,

Como estão?  Esperamos que todos estejam bem!

Hoje vamos continuar falando como escolher o cãozinho ideal para você. No último post falamos dos cães de raça pura, e agora falaremos sobre os cães de raça mista, os famosos vira-latas! Eles são únicos e exclusivos, nunca haverá um vira-lata igual ao outro, devido as misturas! Algumas pessoas até se sentem especiais por terem cachorros únicos! Ninguém nunca terá um igual!

A raça mista é justamente o que vemos: um cachorro que não vem de uma mãe e pai de raça pura (da mesma raça). Determinadas raças mistas são criadas por design, como com combinações populares como o Cockapoo (Cocker Spaniel e Poodle); Peekapoo (Pequinês e Poodle); e várias combinações de Retriever, Pastor Alemão e Poodle/Terrier. Por outro lado, as raças mistas são apenas o resultado da natureza que segue seu curso.

Pegar um filhote de raça mista em vez de um de raça pura é mais do que uma questão de sorte quando se tratar de tamanho e instintos. Você sabe muito bem como seu filhote de Beagle ficará grande, que ele sempre seguirá seu faro e que seu latido será grave, e não agudo. Se você conhece as raças dos pais de um filhote vira-lata, você terá uma idéia do que esperar.

Por exemplo, o filhote da mistura Golden Retriever/Pastor Alemão provavelmente será um cachorro com tamanho razoável, com peso entre 30kg e 45kg, brincalhão, mas com personalidade protetora. Caso contrário, você será pego de surpresa. Algumas das histórias mais diferentes sobre cachorro são contadas por donos que nem imaginavam como seriam seus filhotes de raça mista.

Se não estiver procurando um cão para exibir ou trabalhar, ou se não se encantou por nenhuma raça específica, você não pode errar com um vira-lata. As cruzas realmente tendem a ter menos problemas de saúde que podem aparecer subitamente em alguns dos seus semelhantes de raça pura. Mais ainda, os abrigos de animais estão lotados de cães de raça mista. A maioria dos cães de raça pura pode esperar encontrar um lar, mas quando você adota um cachorro de raça mista, está dando a ele uma oportunidade de começar vida nova.

Bem, no próximo post continuamos com dicas sobre como escolher o cão ideal para você.

Lambidas e até a próxima!