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Como alimentar seu gatinho?

29 ago

Bom dia Pet Lovers!

De volta ao trabalho depois de um lindo final de semana, hoje as dicas vão para os donos de gatinhos que querem o bem estar de seus amiguinhos. Saiba como alimentar direitinho seu felino nas dicas abaixo.

A exemplo dos alimentos humanos, há algumas guloseimas felinas que são boas para os gatos e outras coisas que não passam de alimentos calóricos, sem valor nutritivo. Um item da lista dos alimentos não muito saudáveis consumido de vez em quando não causa nenhum dano permanente, mas não permita que isso se torne parte da alimentação regular do animal.

Se seu gatinho lhe traz presentes como camundongos ou pássaros mortos ou se ele brinca com um pedaço de gaze, ele está expressando um impulso natural e forte de perseguir e matar a presa. Se você duvida que o seu gato é um carnívoro (e predador) nato, basta dar uma boa olhada nos dentes do bichinho na próxima vez que ele bocejar. As presas não são para comer brotos de alfafa. A verdade é que o gato é carnívoro, ele não sobrevive como vegetariano. Há certos nutrientes encontrados apenas em proteínas animais e o seu gato precisa delas. Um desses nutrientes é um aminoácido chamado taurina. Sem taurina, os gatos ficam cegos e acabam com o coração aumentado, que provavelmente os matará antes da hora. E também os gatos precisam de uma fonte diária de vitamina A e um ácido graxo chamado ácido araquidônico, encontrado apenas em tecido animal. É por isso que nunca devemos dar aos gatos ração para cães. A ração para cães não tem a quantidade suficiente dos nutrientes certos para gatos. Por quilo, pode ser menos oneroso dar ração de cães aos gatos, mas isso custaria a saúde do animal, a visão ou, até mesmo, a vida.

Certamente, isso não significa que você deve dar ao seu gato carne crua ou deixá-lo dependente da caça como única fonte de alimento. Além disso, gatos que caçam ou comem carne crua ou mal cozida podem contrair várias doenças – até mesmo algumas que podem ser transmitidas ao homem.

Comendo Plantas

Muitos donos de gatos consideram o fato deles ingerirem plantas como um problema de comportamento – e será se o animal ingerir plantas que não queremos. Algumas pessoas acham que o gato que ingere plantas não está consumindo os tipos certos de alimentos. Elas têm razão – mas apenas no sentido de que o que o gato mais precisa em sua alimentação é de…plantas.

Os especialistas têm alguns comentários a fazer sobre o motivo dos gatos comerem plantas. Pode ser para obter alguns nutrientes essenciais, para ajudar a digestão ou como emético para expelir pela boca pêlos ou outros itens não alimentícios ingeridos pelo animal. Não importa o motivo, ingerir vegetação é um comportamento instintivo em gatos; não é possível impedi-lo. Por isso, a melhor coisa a fazer é aprender a conviver com esse comportamento.

Plante um “jardim felino” – podemos encontrar kits semiprontos em pet shops ( Você encontra este kit no Empório Mima Pet. Clique aqui). Ou você mesmo pode criá-lo. Não importa o que você faça, plante o jardim do gato em um recipiente que não vire nem se mova com facilidade. Tudo que você precisa é apenas quatro ou cinco polegadas de terra vegetal e algumas sementes. Boas opções são grama ou Nepeta cataria (popularmente conhecida como erva-de-gato ou maconha de gato). Talvez seja bom deixar o jardim longe dos gatos enquanto a “plantação” estiver crescendo, mas assim que os brotos alcançarem alguns centímetros de altura, deixe que os bichanos comam as plantas à vontade.

Deixe as suas plantas decorativas longe do alcance dos gatos – os gatos têm habilidade incrível para escalar e saltar. Por isso, colocar as plantas em prateleiras ou suportes provavelmente não resolverá muito. Parapeitos de janelas são locais fáceis para acrobatas felinos aterrissarem. Pendure plantas no teto, coloque-as atrás de barreiras à prova de gatos (em um jardim de inverno fechado com portas de vidro, por exemplo) ou em localizações que o gato não possa alcançar mesmo se saltar, escalar ou rastejar.

Proteja as suas plantas – se não for possível tirá-las do alcance do gato, tente criar um escudo protetor ao redor delas. Colocar tela, identificadores de plantas ou mesmo naftalina no solo ao redor da planta pode protegê-la de patas curiosas, mas essas barreiras não têm uma aparência muito agradável.

Petiscos para o gato e “comida de gente”

É difícil resistir à tentação de dar ao bichano uma guloseima vez ou outra, e não há problema nenhum em ceder a essa tentação, desde que haja um período de tempo suficientemente longo entre uma vez ou outra. Essa freqüência depende do gato e do tipo de guloseima que você lhe dá. Se o gato ingere a quantidade recomendada de ração de qualidade diariamente e não está acima do peso, então você provavelmente não lhe dá guloseimas em excesso. Se, por outro lado, o gato come alimentos saborosos, mas não muito nutritivos e está mais gordo ou recusa o jantar, é hora de mudar a estratégia.

Guloseimas industrializadas para gatos costumam não ter grande valor nutritivo. Seu principal objetivo é o mesmo das guloseimas para o homem: ser saborosas – muito saborosas – e mais nada. Guloseimas para gatos classificadas como “gourmet” costumam ter menos corantes e substâncias artificiais, mas mesmo assim não devem ser dadas ao bichano como parte regular de sua dieta. A vantagem das guloseimas “gourmet” é o custo: elas têm preço tão elevado que os donos de gatos não exageram na quantidade dada aos bichanos!

Uma pergunta feita aos veterinários o tempo todo é: “Posso dar comida de gente ao meu gato?” Há muito pouco do cardápio que as pessoas comem que os gatos não deveriam comer (ou não comem); portanto, isso não é realmente um problema (os donos de gatos devem tomar cuidado ao alimentá-los com laticínios. Embora os gatos adorem os derivados do leite, muitos não digerem muito bem e ficam nauseados). Mais uma vez, a questão é o equilíbrio nutricional. A exemplo do que acontece com a comida feita em casa, alimentar o gato com sobras de refeições ou usá-las para lanches não dá ao animal a quantidade certa dos nutrientes.

Porém, comida de gente pode ser um dos lanches mais saudáveis para gatos. Se você der ao bichano ovos mexidos ou um pouco de macarrão, ao menos você sabe o que esses alimentos contêm. E você ficará surpreso com o que o gato come. Os donos de gatos contam que seu animal de estimação pede petiscos previsíveis como peixe e frango, bem como imprevisíveis, entre os quais tomates e melão.

Água, água e água!

O gato precisa de cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal diariamente. Esse volume não parece grande, mas está correto: um gato de porte médio precisa de dois litros de água toda semana.

Obviamente, os gatos obtêm a água necessária bebendo-a. Mas há outra fonte de água importante para os bichanos: o alimento que eles consomem. Quanto mais água houver nos alimentos dos gatos, menos ele precisa beber. Comida enlatada para gatos é mais cara porque você compra água junto com o alimento (até 75% da ração úmida é composta por água) e paga mais pela embalagem. A ração seca tem muito menos água (talvez 10% do peso), o que significa que o gato cuja dieta consiste em apenas ração seca tem que beber muito mais água.


A desidratação (quantidade insuficiente de água no organismo) é um problema grave para qualquer ser vivo, e os gatos são particularmente propensos a ela. O gato pode passar dias sem alimentação, perder até 40% do peso corporal e ainda assim sobreviver. Mas uma perda de água corporal de apenas 10 a 15% pode matá-lo. Outros líquidos – por exemplo, o leite, se não provocar náusea no bichano – são ótima fonte de água, mas nada é melhor do que a própria água. Verifique se o gato tem bastante água limpa e fresca disponível o tempo todo. Você encontra diversos tipos de bebedouros para gatos no Empório Mima Pet. Clique aqui para vê-los.

No próximo post vamos continuar falando sobre a alimentação dos nossos felinos!

Lambidas e até a próxima

 

 

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Viagem de carro com seu animal de estimação

18 jul

Bom dia a todos!

Volta do final de semana, tempinho ruim aqui por São Paulo, mas nós estamos na ativa! Com muita disposição para encarar a semana que promete! Ainda esta semana teremos grandes novidades no Empório Mima Pet! Fique atento e confira!!!!!
Continuando na onda das férias, dando dicas de viagem, hoje vamos dar dicas para quem for viajar de carro. Sim, até agora falamos sobre problemas que podemos enfrentar nos aeroportos e tudo mais. Mas também muita gente vai viajar de carro e também precisa de alguns conselhos para viajar com seu pet. Confira aqui abaixo alguns deles:

– Se o animal nunca viajou de carro, antes de “pegar a estrada” comece a  levá-lo para passear diariamente, pelo menos uma semana antes da  viagem;
–  Não dê qualquer tipo de alimento ao seu amiguinho pelo menos duas  horas antes da viagem. E só o alimente de novo cerca de duas horas  depois da chegada, já que o stress da viagem pode causar alguma  indisposição.
– Procure realizar paradas regulares para seu pet poder fazer as  necessidades e dar uma “esticada”. É bom para ele e para você também.
– Leve tudo o que puder diminuir o stress do seu bichinho por estar  longe de casa. Isso inclui a ração, potes de água e comida, petiscos, cobertor, panos, cama, brinquedos favoritos, escova para os pêlos.
– Não esqueça de levar a guia, focinheira, coleira e saquinhos para recolher as fezes. Para os gatos, não se esqueça do recipiente com o preparado sanitário.
– Lembre-se: dirigir com animais soltos no carro é proibido e gera multa. Para evitar problemas para você e cuidar da segurança do seu amigo, utilize caixas desenvolvidas especialmente para o transporte de animais ou cintos de segurança adaptados para pets. Você encontra esses produtos facilmente em qualquer pet shop.
-Leve o animal dentro de uma caixa de transporte confortável e bem arejada, que deve ser colocada no banco traseiro do carro e presa com o cinto de segurança. Assim, você evitará que o animal vá sacolejando e garantirá sua segurança na eventualidade de uma freada ou manobra brusca. Nunca deixe o animal viajar no colo das pessoas ou debruçado na janela, é muito perigoso;
– Água é necessária para hidratação. Quanto maior o porte do animal, mais curtos devem ser os intervalos entre as paradas;
– Existem no mercado calmantes naturais. Informe-se sobre o melhor uso com o seu veterinário, se isso for necessário;
– Em dias muito quentes, o ar-condicionado deve ficar em uma temperatura abaixo da externa;

Bom, estas foram mais algumas dicas que com certeza podem ajudar muita gente! Esperamos que tenham gostado do tema e aproveitem as férias! Aguardem novidades esta semana!

Lambidas e até a próxima.