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Problemas Comportamentais – Como fazer um cachorro parar de pular

1 jul

Bom dia Pet Lovers!

Final de semana quase chegando…hummm, que delícia! Adoramos! Depois de tanto trabalho durante a semana, é muito merecido um descanso!

Hoje vamos escrever um post sobre o como fazer seu cachorro parar de pular tanto. Pode ser um encontrão de uma raça alegre e gigante ou o balé nas patas traseiras das raças pequenas: pular é uma característica e um problema universal do mundo canino. Não há duvidas de que esse comportamento é uma graça nos filhotes, mas à medida em que o filhote cresce, especialmente se é um cão grande, o que era antes engraçadinho pode ficar perigoso. Você pode não ligar para esse cumprimento de corpo inteiro, mas a primeira vez em que sua sobrinha de 2 anos ou sua tia de 87 anos forem abraçadas ao cruzar a porta de entrada, você vai mudar de idéia.

Na verdade, mesmo que pular possa ser um comportamento solícito e amigável, é mais freqüentemente um lance de dominância. Especialmente entre os cães adultos, um subordinado nunca pensaria em colocar suas patas no corpo de um dominante. Então, o cumprimento excitado que mais parece uma bola de canhão e que faz você se sentir tão amado pode na verdade ser seu cachorro dizendo “Você voltou! Tudo bem, mas não esqueça quem manda aqui.” Você pode responder de duas maneiras: ensine seu cachorro que pular espontaneamente não é aceitável e adestre ele para pular somente ao seu comando.

Para corrigir um cumprimento excessivamente físico, aja da mesma maneira relaxada e tranqüila com que quer que ele reaja. Quando chegar em casa, não entre correndo chamando seu cachorro. Ao invés disso, faça dos cumprimentos uma parte da rotina e não um evento especial. Entre, pendure seu casaco e chaves e depois, cumprimente o cachorro com calma, longe da porta de entrada. Se om cachorro tentar pular, saia de perto e não dê a mínima atenção a ele. Assim como as crianças, os cachorros adoram ser notados, não importa se por bom ou mau comportamento. Gritar ou imobilizar seu cachorro no chão só vai deixá-lo mais empolgado. Então, evite qualquer tipo de reforço de seu comportamento, seja verbal ou físico. Quando ele aprender que você não quer que ele pule, ensine-o a sentar quando você chega em casa. Se você recompensar esse comportamento com elogios ou petiscos, seu cão vai logo aprender que acontecem coisas boas quando ele senta e espera.

Esse tipo de comportamento geralmente não requer a atenção do veterinário.

Como ensinar seu cachorro a pular sob comando

Se você quer ensinar seu cachorro a pular apenas sob o seu comando, tenha certeza de que antes disso ele sabe quando não pular. Vista roupas velhas que possam ficar sujas e rasgadas. Além disso, corte e lixe as unhas do cachorro (escovar os dentes também pode ser uma boa idéia). Bata no peito e diga “Sobe!”. Quando quiser que ele desça, ande para trás e diga “Desça!”

Sempre use a batida no peito e a palavra sobe para mostrar ao seu cachorro que ele pode cumprimentar você desta forma. Se ele tentar pular em você ou em qualquer outra pessoa sem um convite, diga com firmeza “Desça” e então o ignore. Os cães são espertos e vai entender a mensagem de que só é bom pular quando você mandar. Certifique-se de avisar seu amigos e familiares sobre essa rotina, senão o Totó fica confuso. Os cães gostam de normas e querem que todos sigam as mesmas.

Bom pessoal, e aqui encerramos este conjunto de dicas sobre problemas comportamentais dos cães! Esperamos que tenham sido super úteis para vocês. Quem tiver dúvidas, mande para a gente. Algumas pessoas já fizeram isso!!!

Segunda-feira estamos de volta, e para quem ficar curioso, vamos falar um pouquinho sobre os gatinhos agora! Depois de um temporada de dicas para cães!!! Aguardem! Tenham um excelente final de semana!

Lambidas e até a próxima

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Problemas Comportamentais – Como fazer um cachorro parar de puxar a guia

27 jun

Bom dia Pessoal!

Como foram de feriado prolongado?

Por aqui tudo em ordem, se preparando para o friozão aqui em São Paulo, agasalhando nossos amiguinhos com roupinhas e mantinhas. Hummm…eles adoram!

Voltando a ativa com o blog, hoje vamos falar um pouquinho sobre como fazer seu cãozinho parar de puxar a guia. Antes de mais nada, faça um teste simples: com o cachorro calmamente parado a sua frente, de forma bem delicada empurre-o para trás pelo peito ou pela frente de seu pescoço. O que acontece? A maioria dos cães vai se inclinar sob pressão. Esta resposta natural se tornou uma ciência em cães de trenó como o husky siberiano e em raças que também eram usadas como animais de carga, como o Terra Nova. Você não tem a menor chance de controlar um desses cães nascidos para puxar.

Todos nós já vimos cães minúsculos esticando a ponta de uma guia, corpo perto do chão, língua estendida, respiração alta e ofegante. É o mesmo instinto em ação. O truque é ensinar seu cachorro a andar direito na guia desde muito cedo. Não espere que ande com perfeição, mas ele deve pelo menos conseguir ficar sem puxar e parar, andar e mudar de direção acompanhando você. Se você usa um enforcador (não pense nele como uma coleira de sufocação, não é assim que ele deve ser usado), toda vez que o cachorro começar a puxar dê um tapinha nele, afrouxe o enforcador e diga “Calma” ou “Devagar” (escolha uma palavra e só use essa). Quando ele parar de puxar, mostre como você está satisfeito.

Outra sugestão é usar uma coleira de cabeça, que parece um cabresto de cavalos. A coleira dá uma volta no focinho e atrás das orelhas, com a guia presa embaixo do queixo. Como você controla a cabeça com essa coleira, o resto do corpo não tem escolha senão obedecer. Ao invés de bater na ponta da guia, sentindo a pressão no pescoço e instintivamente puxando cada vez mais forte, o cachorro com uma coleira de cabeça acaba com o nariz virado para cima, apontando para você, diminuindo a velocidade imediatamente. Uma guia retrátil também pode ajudar a controlar esse instinto, pois ela aumenta e diminui de acordo com os movimentos do cachorro, de maneira que ele não tem contra o que puxar. O freio permite que você controle por onde o cachorro anda.

Se o seu cachorro é um puxador de trenó ou um cão de carga, não adianta lutar contra seus instintos. Ao invés disso, coloque um arreio e faça-o trabalhar para você. Ele pode puxar você em um skate ou ski ou ensine-o a puxar um trenó ou uma pequena carroça. O cachorro entrará em forma, poderá puxar a vontade e você ainda encontra uma nova maneira de rebocar as coisas.

Quando chamar o veterinário

Este tipo de comportamento geralmente não requer a atenção do veterinário. Aqui seria mais o caso de um adestrador do que veterinário. Se este for um problema muito grande para você, vale a pena dar umas aulinhas extras para seu cãozinho!

Bom, mais algumas dicas interessantes sobre cães! Aguardem mais dicas nos próximos posts.

Lambidas e até a próxima!

Aprenda a identificar quando seu pet está com dor

15 mar

Os animais, assim como o homem, sentem medo, tristeza, solidão e dor. Mas identificar o que está acontecendo com seu cão ou gato, por exemplo, pode ser mais difícil do que parece. “Reconhecer a dor em um animal pode ser algo complexo. Envolve perceber sinais evidentes e sutis, dissimulados. O proprietário tem de conhecer muito bem seu animal, o comportamento natural de sua espécie e seu comportamento individual, para assim reconhecer mudanças em seu comportamento que podem sugerir que o animal está sentindo dor”, explica José Roberto July, médico veterinário da Julyvet Clínica Veterinária.

Embora não possa verbalizar o que está sentindo, o animal apresenta algumas alterações em seu comportamento. Cachorros calmos e comportados podem ficar agressivos, enquanto cães considerados bravos podem ficar apáticos. Já os gatos costumam se isolar. “Cada animal demonstra mudanças comportamentais distintas. Podem ser mudanças na ingestão de alimentos, na freqüência ou modo como faz suas necessidades, na sociabilidade. Após avaliar o animal, determinar se este está com dor e qual é a severidade dela, é possível informar o veterinário corretamente sobre o caso para que ele possa estabelecer o melhor manejo”, destaca July.

A automutilação também é um sintoma muito comum no animal com dor, e geralmente vem acompanhada de diminuição do apetite, depressão e apatia. As mudanças dependem e variam de acordo com o nível da dor, da tolerância do animal, das condições em que a dor ocorre, entre outros fatores.

Mudanças em Cães

– Comportamento e aparência:
Movimentos tensos; relutância em se mover; ficar deitado ou adotando uma postura incomum; morder, coçar ou proteger certas áreas do corpo; perda de apetite; tremores; respiração ofegante.

– Estado de Alerta:
Aparenta menos alerta (mais comum em casos de dor severa); inquietude ou aparentemente mais alerta (mais comum em casos de dor menos severa).

– Resposta às pessoas:
Agressividade anormal ou apreensão quando manipulados; mudança na forma como o cão reage ao dono, como não abanar a cauda.

– Vocalização
Mais quieto que o normal; ganindo ou uivando, especialmente quando sozinho; rosnando sem provocação.

Mudanças em Gatos
– Aparência:
Expressão facial apreensiva; testa franzida; deixa de se limpar.

– Comportamento:
Choramingando, rosnando, silvando quando se aproximam ou mexem nele; se escondendo ou se separando dos demais gatos; quieto demais; se lambe incessantemente; falta de apetite.

– Postura ou Movimento:
Mancar ou manter um membro erguido sem tentar utilizá-lo; posição tensa e anormal, variando com o local da dor: Dor na cabeça ou orelhas pode fazer o gato virar a cabeça para o lado afetado. Dor generalizada no tórax ou abdômen pode fazer o gato ficar encolhido ou curvado. Se a dor for torácica, o gato pode estender sua cabeça, pescoço e corpo. Um gato com dor abdominal ou nas costas pode se manter em pé, deitar de lado ou caminhar com um andar alterado.

Fonte: http://colunas.epocasp.globo.com/farejadorbichos/

A doce vida de cão

16 fev

Eles têm plano de saúde, ofurô e até bufês para festas de aniversário. Além da roupa de grife…

A expressão vida de cão precisa ser revista. Já vai longe o tempo em que o animal dormia numa romântica casinha de cachorro feita de tábuas. Agora, existe a Pet Arquitetura, que reforma a casa do dono para que ela se adapte à mascote. Roupinhas compradas na pet shop da esquina? Nem pensar. Grifes de nome lançam produtos especiais para os peludos, com preços que podem chegar a R$ 1.200 por um casaquinho de couro. Se, apesar disso tudo, o cão ainda estiver estressado, pode fazer uma sessão de ofurô com sais relaxantes e sair com um belo sorriso – perfeito, por causa de um aparelho ortodôntico canino.

Isso tudo faz parte do processo de “humanização” dos cães e de sua elevação ao posto de protagonistas de uma onda de consumo que já tornou o Brasil o segundo maior mercado pet do mundo, de acordo com a Associação Americana de Fabricantes de Produtos Pet. Com US$ 9 bilhões movimentados por ano, perde apenas para os Estados Unidos.

Com isso, o país é alvo de uma onda de lançamentos de produtos e serviços inusitados para cães. O desfile de utilidades – e futilidades – é imenso. E inclui um desfile literal. São Paulo sedia a Pet Fashion Week, que funciona nos mesmos moldes das semanas de moda de humanos. Animais sobem na passarela, junto com modelos, e mostram as novidades.

Para agradar ao melhor amigo vale tudo. Até mesmo reformar a própria casa só para que ele fique bem. A arquiteta carioca Ana Flávia Ciuffo lançou a Pet Arquitetura, que promove reformas em pet shops ou no imóvel do dono para melhorar o ambiente para o cão. Até as lâmpadas são trocadas. “A temperatura dos cães é mais alta que a nossa, então você tem de usar lâmpadas mais frias”, diz ela.

Por falar em temperatura, e se o coisinha bonitinha da mamãe tiver febre? O plano de saúde para animais cobre a consulta. “Tenho dois cães, e um deles é tão sapeca que já caiu da laje três vezes. Então decidi fazer o plano”, diz a analista de marketing paulistana Debora Kussonoki, de 24 anos, que gasta R$ 180 por mês com os dois.

O brasileiro trata seu bichinho de estimação como se fosse da família. Uma pesquisa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal mostrou que 23% dos donos de cães permitem que o animal durma em seus quartos. O exagero pode fazer mal ao bicho. Chamado para acalmar os “pitis” de cachorros de celebridades como Will Smith e Oprah Winfrey, o adestrador mexicano Cesar Milan afirma em seu livro O encantador de cães que, para o cachorro, a família que o acolhe é sua matilha. Se ele é tratado como rei, concluirá que é… o chefe da matilha. E aí o bicho pega. O animal surta e, nesse caso, nem uma coleira de ouro vai conter seu ímpeto.

Fonte: Revista Época